Todas as agências de Cornélio Procópio (PR) tiveram o expediente retardado em uma hora nesta sexta-feira (14/06), numa ação do Sindicato para seguir a agenda de lutas definida pelas Centrais Sindicais contra a reforma da Previdência e a privatização dos bancos públicos, por mais empregos no País e o fim dos cortes de recursos para a área da Educação.

Durante as atividades foi distribuído material com informações a respeito do que representa a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 6/2019, editada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) para dificultar a aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras.

Elizeu Marcos Galvão, presidente do Sindicato dos Bancários de Cornélio Procópio, afirma que a proposta do governo não retira os chamados “privilégios” da Previdência, pois prevê melhorias nas regras para os militares, mantém os atuais direitos dos políticos e não tem uma linha sequer para cortar isenções ou mesmo combater a sonegação de contribuições para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“O Bolsonaro diz que vai economizar R$ 1 trilhão com essa reforma, mas se ao menos cobrasse as dívidas que grandes grupos têm com a Previdência, incluindo Itaú, Bradesco, BB e Caixa, já poderiam ser recuperados R$ 450 bilhões sem prejudicar nenhum pobre coitado trabalhador”, questiona.

Para Elizeu, a Greve Geral desta sexta-feira (14) mostrou que a Classe Trabalhadora não abre mão de uma aposentadoria digna.

Por Armando Duarte Jr.

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