Na noite da última terça-feira, 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, o Sindicato dos Bancários de Curitiba e região e a Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR) encerraram o calendário dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher com uma Roda de Conversa.

Na abertura do encontro, a diretora da Secretaria de Cultura do Sindicato, Cristiane Zacarias, destacou a importância da Roda de Conversa acolher mulheres diversificadas para além das bancárias e também o recorte das mulheres negras, que sofrem mais violência.

O debate foi mediado por membras do Instituto Alice Quintilhano e contou com a presença não somente de mulheres bancárias, mas de trabalhadoras de outras categorias, de dirigentes sindicais, de profissionais que são responsáveis pelo acolhimento de mulheres em situação de violência, seja nos locais de trabalho ou em outras entidades.

Foram abordados alguns aspectos jurídicos, psicológicos, de assistência social, sob a perspectiva da mulher que precisa de auxílio, mas também observadas a necessidade de conscientização dos homens, dos homens agressores, e das crianças que também são vítimas das violências contra as mulheres.

A diretora da secretaria da mulher da FETEC-CUT-PR fez uma intervenção destacando alguns dispositivos que visam coibir a violência contra a mulher. Também mediaram a Roda de Conversa Juliana Moraes, assistente social que atua no atendimento aos trabalhadores da base do Sindicato; Ana Carolina Dartora, professora de História e secretária da Mulher Trabalhadora e Direitos LGBTI+ do Sindicato dos Professores do Paraná (APP); Jessica de Oliveira Luna, advogada, pós-graduada em Direito Público e vice- presidente no IAQ; Kethelin Alves Romão do Nascimento, advogada e diretora Jurídica no IAQ; Claudia Aline Alves, psicóloga, pós-graduanda em Arteterapia e diretora Psicossocial do IAQ; e Sara Beatriz Minuzzo, assistente social e diretora de Direitos Humanos no IAQ.

Você sabia?

– a mulher trabalhadora vítima de violência pode ficar até seis meses afastada do trabalho
– a mulher casada que sofre violência tem facilidade para formalizar o divórcio
– o descumprimento de medida protetiva é crime

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