No dia 1º de setembro aconteceu, em Curitiba, uma reunião entre a superintendência e os representantes regionais dos bancários do Banco do Brasil.
O principal assunto discutido durante o encontro foi o Plano de Contingência imposto pelo banco aos seus funcionários. Esse Plano, nada mais é que uma coação que os trabalhadores do banco vêm sofrendo após o início da Campanha Salarial 2005.

Denúncias apontam que até o recolhimento de nomes em listas, nas quais os funcionários se comprometiam a não fazer greve – caso esta venha a ser a deliberação do Comando Nacional – estavam sendo utilizadas nas agências do Banco do Brasil. “Esse tipo de procedimento de caracteriza por coação. Isso é assédio moral. Temos que ser veementemente contra esse tipo de atitude dentro dos bancos”, afirma o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, José Paulo Staub.

Todas as denúncias com essas características foram negadas pelo superintendente regional do Banco do Brasil no Paraná, Edemar Mombach.

Outro tema debatido foi a demissão de vigias nas agências do BB. De acordo com Edemar Mombach, existia um excesso de trabalhadores nesse cargo e, uma contenção de despesa, está reduzindo o número de vigilantes em todo o país. Ainda de acordo com Mombach, essa redução não está interferindo na segurança das agências e continua a obedecer aos parâmetros de segurança impostos pela Polícia Federal.

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região vai entrar em contato com o Sindicato dos Vigilantes para que juntos, discutam este assunto e encontrem possíveis soluções.

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