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Aprovadas as participações da FUNCEF e da PETROS na hidrelétrica Belo Monte
Aprovada participação da FUNCEF na Belo Monte

A Diretoria Executiva aprovou, dia 7 de julho, a participação da FUNCEF no consórcio Norte Energia, que arrematou a licença para construir a hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, Pará, em leilão realizado dia 20 de abril pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). As obras do empreendimento deverão ter início em setembro deste ano.

A Fundação vai participar diretamente com aproximadamente R$ 163 milhões, equivalentes a 2,5% do capital da empresa e, indiretamente, com 1,25% (equivalente a 25% de sua participação como cotista do Fip Cevix, que participará com 5%). A decisão foi tomada após a realização de estudos para verificar a viabilidade econômico-financeira do empreendimento e sua aderência aos princípios de responsabilidade socioambiental. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) financiará até 80% da obra, com prazo total de 30 anos.

Saiba mais

A área da futura hidrelétrica Belo Monte, que será a terceira maior do mundo, engloba os municípios de Altamira, Vitória do Xingu e Brasil Novo, no estado do Pará. O empreendimento contará com uma barragem principal, o Reservatório do Xingu, a 40 km de Altamira. A partir dele, a água será represada para formar o reservatório dos canais, a 50 km do município. A hidrelétrica terá capacidade de 11,2 mil MW e potência assegurada de 4.5 mil MW.

Os aspectos socioambientais foram atendidos em dois grupos de medidas. Primeiro, com a alteração do projeto original e redução da potência assegurada - para garantir a preservação do curso original do rio e de todo ecossistema ao seu redor - , formando a segunda menor área alagada por mega-watt gerado em todo sistema hidrelétrico brasileiro. E, segundo, com a destinação de um orçamento de R$ 3,5 bilhões para ações socioambientais na região de influência do projeto, além de mais de R$ 1 bilhão em programas do governo.

Comunicação Social da FUNCEF.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.funcef.com.br.

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Participação na Usina de Belo Monte é aprovada
Atualizada em 21/06/10

O Conselho Deliberativo da Petros aprovou, na última quinta-feira (17/06), a participação na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. O valor da obra está estimado em, aproximadamente, R$ 25 bilhões, sendo que R$ 18,5 bilhões serão captados por financiamento, principalmente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O restante será aportado pelos acionistas de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE)*.

A Fundação está autorizada pelo Conselho Deliberativo a participar com cerca de R$ 650 milhões, ou seja, até 10% do valor não financiado. Este montante será aportado ao longo de sete anos, em parcelas semestrais. O Comitê de Investimentos da Petros (Comin)** recomendou a participação no empreendimento, com a posterior aprovação da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo.

O retorno previsto para o investimento está acima da meta atuarial e está de acordo com a Política de Investimentos para 2010, aprovada pelo Conselho Deliberativo. A governança neste empreendimento está garantida para a Petros, pois a Fundação contará com assento nos Conselhos Administrativo e Fiscal. Para apoiar a tomada de decisão, a Petros contratou duas empresas independentes para a análise técnica.

A usina, a ser construída no Rio Xingu (Pará), com operação prevista para 2015, terá capacidade para abastecer o equivalente a 40% das residências brasileiras, criando quase 20 mil empregos diretos e inúmeros indiretos.

*O que é uma Sociedade de Propósito Específico.

SPE é um modelo de organização empresarial pelo qual se constitui uma nova empresa limitada ou sociedade anônima com um objetivo específico.

**Como é composto o Comitê de Investimentos

O Comin da Petros é composto por representantes dos participantes, da Petrobras e da BR Distribuidora. O mesmo conta ainda com três gerentes executivos da Fundação e é coordenado pela Diretoria Financeira e de Investimentos.

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.petros.com.br.

 
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