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publicado em 27 de Março de 2019 às 13:16:
MPF relembra mortes e torturas da ditadura para criticar comemoração proposta por Bolsonaro

FETEC-CUT-PR repudia que um Presidente da República promova a apologia à tortura e à barbárie que se consolidaram após o Golpe de 64.

Bolsonaro (Foto: divulgação)

O Ministério Público Federal, em manifestação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, divulgou nota pública contestando o presidente Jair Bolsonaro, que recomendou ao Ministério de Defesa que sejam realizados festejos no dia 31 de março, data do Golpe de 64 que levou à ditadura militar no Brasil.

O MPF destaca na nota que “os órgãos de repressão da ditadura assassinaram ou desapareceram com 434 suspeitos de dissidência política e com mais de 8 mil indígenas. Estima-se que entre 30 e 50 mil pessoas foram presas ilicitamente e torturadas”.

O documento destaca ainda a “enorme gravidade constitucional, pois representa a defesa do desrespeito ao Estado Democrático de Direito, já que celebra um golpe de Estado e um regime ditatorial que resultou em violações sistemáticas aos direitos humanos, além de crimes internacionais”.

A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR) corrobora com o entendimento e manifestações de diversas entidades representativas e repudia que um Presidente da República promova a apologia à tortura e à barbárie.

 

 

 

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