BRASÍLIA – Os gastos do Orçamento Geral da União na área social previstos para 2008 são de R$ 72,9 bilhões, com elevação de R$ 10 bilhões, ou 16,6% em comparação ao que deverá ser gasto este ano (R$ 62,5 bilhões). “Este orçamento foi amplamente discutido dentro do governo.

O presidente discutiu cada detalhe e ele reflete, de maneira muito real, aquilo que o governo se propõe a fazer no próximo ano e nos anos seguintes”, comentou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Ele lembrou que a principal meta do Plano Plurianual (PPA) é promover o crescimento econômico com distribuição renda, inclusão social e com prioridade ao acesso à educação de qualidade. Para a saúde, o orçamento prevê R$ 42,5 bilhões ou 8,94% a mais do que em 2007 (R$ 39 bilhões).

No caso do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a destinação será de R$ 13,24 bilhões, 26,23% a mais. Só para o Bolsa Família, o governo prevê gastos de R$ 10,4 bilhões, contra R$ 8,6 bilhões estipulados para 2007.

De acordo com o ministro, esse é um bom orçamento para a saúde e o governo tem realizado um amplo debate com os ministros da Saúde e da Fazenda, além das lideranças do governo, com o objetivo de melhorar o volume de recursos para a área, com a melhoria na qualidade dos gastos.

Educação

No caso da Educação, o governo irá destinar R$ 12,7 bilhões (31,89% a mais do que neste ano) e, no caso da Previdência Social, R$ 1,8 bilhão (mais 36,71% do que em 2007). “A educação vai ser a menina dos olhos deste governo agora. Se olharmos o que está expresso no orçamento do ano que vem e no PPA, estamos colocando, além daquilo que a Constituição exige, R$ 35 bilhões adicionais”, disse.

O ministro informou ainda que o governo vai criar 150 escolas técnicas, dez universidade e 48 campi nas universidades já existentes. Ele também disse que estados e municípios terão R$ 1 bilhão por ano para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e da Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Os esportes, porém, tiveram redução no orçamento de 71,26% e deverão receber no próximo ano R$ 273,6 milhões. Segundo Paulo Bernardo, não se trata de corte, mas pelo simples fato de que em 2007 foram levados em conta os gastos com os Jogos Pan-americanos, que não ocorrerão em 2008.

Para o Ministério do Trabalho a previsão é de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 126,8%, na comparação com 2007, e à Cultura, R$ 706 milhões, 79,6% a mais. (Com agência Brasil)

NOTÍCIA COLHIDA NO SÍTIO www.tribunadaimprensa.com.br.

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