Fonte: Vida Bancária

Dirigentes do Sindicato de Apucarana atenderam ao chamado da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) e da COE (Comissão de Organização dos Empregados) do Bradesco, realizando nesta quinta-feira (19/11), protesto contra a onda de demissões em massa que foi deflagrada pelo banco em outubro.

Com faixas na fachada da agência do antigo HSBC e som, foi denunciada a reestruturação que vem sendo feita pelo Bradesco para reduzir sua estrutura operacional com o corte de funcionários e fechamento de centenas de unidades em todo.

Rose Zanin, presidenta do Sindicato de Apucarana, afirma que na base da entidade já foram mandados para o olho da rua nos últimos dias 14 bancários e bancárias, a maioria com vários anos de banco.

“Essa reestruturação não foi negociada com o movimento sindical e tem provocado muita insegurança no quadro em relação ao futuro do emprego. Só nas bases dos Sindicatos filiados à Contraf-CUT já foram demitidos mais de 2.500 funcionários e não sabemos quantos mais serão dispensados”, critica.

Rose lembra que o Bradesco havia se comprometido a não demitir durante a pandemia do novo coronavírus, mas acabou seguindo o mau exemplo do Santander e do Itaú, sem se preocupar com o destino dos funcionários que foram dispensados.

Texto: Armando Duarte Jr.

Fonte: Vida Bancária

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