Foto: Joka Madruga/Seeb Curitiba

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários, Financiários e Empresas do Ramo Financeiro de Curitiba e região realizou, na manhã desta segunda-feira, 30 de novembro, um ato lúdico em frente ao Bradesco Palácio Avenida. A intervenção integra o calendário de mobilizações contra as mais de 270 demissões na capital paranaense. No Brasil, os demitidos pelo Bradesco já passam de 2.700.

Um ringue de MMA foi montado em pleno calçadão da Rua XV de Novembro, para representar uma luta que acontece diariamente: a do trabalhador bancário brasileiro versus o banqueiro, que só se importa com a eficiência e o lucro. O ato denunciou, além das demissões promovidas pelo Bradesco em plena pandemia de Covid-19, o fechamento de agências, as altas taxa, tarifas e juros praticados pelo banco e a exploração da sociedade.

O dia 30 de novembro é a data informada pelo Bradesco como de encerramento do processo de reestruturação que estaria motivando as demissões. “Nós vamos continuar cobrando responsabilidade social deste banco, que já lucrou R$ 12,6 bilhões em 2020. O Bradesco havia se comprometido a não demitir bancárias e bancários enquanto perdurasse a pandemia, mas não cumpriu com o que foi acordado!”, reitera Karla Huning, representante do Paraná na COE/Bradesco.

Fonte: SEEB Curitiba

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