Atividade em Apucarana denuncia a reforma trabalhista do Itaú

O Sindicato retardou a abertura da agência 3724 em protesto contra ataques aos direitos dos funcionários O Sindicato retardou a abertura da agência 3724 em protesto contra ataques aos direitos dos funcionários
quinta-feira, 01/02/2018

A agência 3724 do Itaú abriu mais tarde nesta quinta-feira (1º/02) devido à manifestação feita pelo Sindicato de Apucarana no Dia Nacional de Luta contra a aplicação da reforma trabalhista pelo banco.

Segundo Maria Salomé Fujii, presidenta do Sindicato de Apucarana, os bancos estão querendo colocar em prática a reforma trabalhista e assim passar por cima de diversos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria sem qualquer discussão com o movimento sindical.

“Não aceitamos a retirada de nenhuma conquista, como já deixou claro o Comando Nacional dos Bancários ao apresentar aos bancos no ano passado um Termo de Compromisso, no qual queremos que não sejam aplicadas as mudanças na legislação sobre o que nós já temos garantido na Convenção e nos Acordos Aditivos”, recorda.

Por Armando Duarte Jr.

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/itau/noticia/1/2/2018/atividade-em-apucarana-denuncia-a-reforma-trabalhista-do-itau

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Mobilização nacional cobra respeito aos direitos dos funcionários

Sindicato de Londrina realizou atividades em três agências do Itaú no dia de mobilização nacional dos funcionários Sindicato de Londrina realizou atividades em três agências do Itaú no dia de mobilização nacional dos funcionários
quinta-feira, 01/02/2018

Nesta quinta-feira (1º/02), Sindicatos de todo o País estão realizando manifestações no Itaú no Dia Nacional de Luta em Defesa dos Direitos.

Em Londrina, o Sindicato retardou até o meio dia a abertura do expediente das agências 108, Ouro Verde e da 8092, que abriga a Regional do banco,  e distribuiu Carta Aberta aos clientes e usuários com informações a respeito da decisão do banco de não fazer as homologações dos funcionários e funcionárias desligados no Sindicato.

De acordo com Regiane Portieri, presidenta do Sindicato de Londrina, os bancos estão querendo impor as mudanças na legislação trabalhista para reduzir direitos, o que acarretará inúmeros prejuízos para a categoria.

“O Itaú já tentou impor o parcelamento das férias, mas conseguimos barrar, e agora não quer mais fazer as homologações nos Sindicatos, numa verdadeira falta de respeito com a representação dos bancários e bancárias”, critica Regiane.

Na avaliação dela, o Itaú, assim como os demais bancos privados, apoia e financia o governo de Michel Temer (PMDB) e está querendo receber a fatura com ataques a conquistas importantíssimas da Classe Trabalhadora.

Por Armando Duarte Jr.

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/itau/noticia/1/2/2018/mobilizacao-nacional-cobra-respeito-aos-direitos-dos-funcionarios

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Arapoti vai à luta contra ameaças aos direitos no Itaú

Atividade na agência do Itaú combate a política de retrocesso nos direitos da categoria Atividade na agência do Itaú combate a política de retrocesso nos direitos da categoria
quinta-feira, 01/02/2018

Diretores do Sindicato de Arapoti organizaram manifestação hoje (1º/02) para cobrar do Itaú respeito aos direitos dos bancários e bancárias, que estão ameaçados pela aplicação da nova legislação trabalhista.

Na atividade, foi conversado com os funcionários, funcionárias, clientes e usuários sobre mais a atitude adotada do banco campeão em lucros de não fazer mais as homologações dos demitidos junto aos Sindicatos.

“Defendemos a manutenção deste procedimento, pois assim é possível garantir que todas as verbas rescisórias sejam pagas corretamente, como forma de proteger a categoria de fraudes e também para que possamos monitorar as demissões que estão ocorrendo nos bancos”, argumenta José Ubiraci de Oliveira, diretor do Sindicato de Arapoti.

Para ele, os protestos desta semana são o início de uma mobilização ainda maior que está sendo construída por bancários e bancárias brasileiros como forma de preservar conquistas históricas que estão ameaçadas pela nova legislação trabalhista.

Por Armando Duarte Jr.

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/itau/noticia/1/2/2018/arapoti-vai-a-luta-contra-ameacas-aos-direitos-no-itau

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Sindicato retarda abertura do Itaú contra uso da reforma trabalhista

A principal agência do Itaú na base de Cornélio Procópio foi alvo do protesto contra a reforma trabalhista A principal agência do Itaú na base de Cornélio Procópio foi alvo do protesto contra a reforma trabalhista
quinta-feira, 01/02/2018

A decisão do Itaú de não mais fazer as homologações dos bancários e bancárias dispensados junto aos Sindicatos da categoria é tema dos protestos que estão sendo realizados nesta quinta-feira (1º/02) em todo o País.

Dirigentes do Sindicato de Cornélio Procópio participam desta mobilização contra a aplicação da reforma trabalhista com o retardamento da principal agência do banco em sua base. A unidade está com o expediente retardado até o meio-dia.

Lidiani Torrecilha Lopes Pereira, diretora do Sindicato de Cornélio Procópio e coordenadora da Regional Vida Bancária da Fetec-CUT/PR, acredita que toda a categoria precisa se levantar contra a utilização dos malefícios da nova legislação pelos bancos.

“Temos uma Convenção Coletiva Nacional que tem vigência até o dia 31 de agosto deste ano e não podemos abrir mão dos direitos conquistados com muita luta”, ressalta.

Lidiani salienta que a homologação dos Contratos de Trabalho é uma segurança para bancários e bancárias na hora de receber as verbas rescisórias, que serão conferidas pelos Sindicatos e prestarão as orientações necessárias aos demitidos.

Por Armando Duarte Jr.

Notícia colhida no sítio http://www.vidabancaria.com.br/itau/noticia/1/2/2018/sindicato-retarda-abertura-do-itau-contra-uso-da-reforma-trabalhista

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Mobilização nacional: Bancários paralisam agência do Itaú

Ato foi contra as investidas do banco em não cumprir os acordos ainda vigentes.


Foto: Joka Madruga/SEEB Curitiba

Nesta quinta-feira, 01 de fevereiro, a agência do Itaú Marechal Deodoro, em Curitiba, ficou paralisada até as 13h00. A mobilização integrou o Dia Nacional de Lutas, com protestos em todo o País contra as ameaças de descumprimentos por parte do banco à Convenção Coletiva de Trabalho, em vigor até 31 de agosto de 2018. “Algumas mudanças que o Itaú vem sinalizando que irá implantar retiram direitos que estão garantidos pelos acordos assinados”, explica Ana Fideli, representante do Paraná na COE/Itaú.

Segundo Ana, durante a paralisação, foram abordados os principais impactos negativos da Reforma Trabalhista e os bancários foram alertados sobre as investidas do banco em descumprir os acordos. “O Sindicato deve ser informado imediatamente caso ocorra alguma irregularidade. Podem contar conosco para fazer valer os direitos garantidos!”, acrescenta.

O que está acontecendo
O Itaú ja informou, através de seu diretor de RH e Relações Sindicais, Sergio Farjeman, que as homologações não serão mais feitas nos Sindicatos. Em dezembro, o banco também havia tentado promover alterações com relação à definição da data e período de férias. Havia estipulado que seus departamentos Jurídico e de RH definiriam novas regras de acordo com as mudanças da lei trabalhista.

“Conseguimos reverter a decisão sobre as férias. Agora, chega a informação sobre as homologações, que deixa o trabalhador sem o respaldo dos Sindicatos para a conferência dos valores a serem pagos pelo banco. Se não mostrarmos nosso descontentamento, após o término da vigência da nossa Convenção Coletiva, o banco vai querer retirar todos os direitos que ela garante”, disse Jair Alves, coordenador da COE/Itaú.

“A homologação da rescisão no Sindicato é fundamental para garantir todos os direitos do trabalhador. Muitas vezes, já tivemos casos de valores de multa não considerando o total do FGTS recolhido durante o contrato de trabalho, necessidade de anotações ou ressalvas na carteira de trabalho ou mesmo bancários demitidos em período de estabilidade, adoecido ou em tratamento de saúde”, acrescenta Ana Fideli.

Só a luta garante
As negociações para a próxima Campanha Nacional também já foram iniciadas. “Nos antecipamos com as negociações para buscar evitar perdas. Com a nova lei trabalhista, se não assinarmos um novo acordo até o final da vigência da convenção atual, podemos amanhecer no dia 01 de setembro sem nenhum direito garantido, desde férias contínuas de 30 dias, vale-refeição até PLR e todos os demais direitos que hoje temos. Por isso, temos que estar atentos e mobilizados”, explicou o coordenador da COE/Itaú. “Se toda a categoria não se mobilizar agora, logo todos os bancos retirarão nossos direitos. Temos de nos unir para nos defender uns aos outros”, disse Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT.

Por Renata OrtegaSEEB Curitiba, com informações da Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.bancariosdecuritiba.org.br/noticias-interna/6/itau/29208/mobilizacao-nacional-bancarios-paralisam-agencia-do-itau-

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Santander quebra acordo e bancários protestam

Mobilização acontece em todo o País. Trabalhadores exigem cumprimento dos acordos vigentes.


Foto: Joka Madruga/SEEB CuritibaA agência do Santander Marechal Deodoro e o prédio em que estão as Superintendências Regional e de Rede em Curitiba amanheceram fechados nesta quarta-feira, 31 de janeiro. A paralisação integra o Dia Nacional de Lutas, que acontece em todo o Brasil, e protesta contra medidas implementadas unilateralmente pelo banco espanhol desde que entrou em vigor a Reforma Trabalhista.Mesmo com acordos válidos até 31 de agosto de 2018 (CCT 2016-2018 e Acordo Aditivo), o Santander tem feito mudanças – como um sistema para forçar a assinatura em um Acordo Individual de Banco de Horas Semestral – que não estão previstas e que retiram direitos. “Já tentamos por várias vezes dialogar, na tentativa de abrir a discussão, mas o banco simplesmente se nega a negociar com o movimento sindical, alegando que está fazendo tudo dentro da lei”, explica Denner Halama, representante do Paraná na COE/Santander.

“Nós, enquanto representantes dos trabalhadores, não vamos permitir retirada de direitos, quebra dos acordos vigentes e medidas que prejudiquem os bancários. Essa Reforma Trabalhista só interessa aos patrões e nós vamos lutar até as últimas consequências para defender a categoria”, destaca o dirigente. A agência e o prédio administrativo voltam a abrir a partir das 12h00.

Outras arbitrariedades
Além do acordo individual sobre horas extras, o Santander também informou a alteração do dia de pagamento dos salários, do dia 20 para o dia 30, e os meses de pagamento do 13º salário, antes março e novembro, agora passam a ser maio e dezembro. Os trabalhadores também sofrem com os aumentos abusivos do plano de saúde, que tem causado dificuldades para muitos deles bancarem os custos. Outro problema constante no banco é o grande número de demissões. Nos últimos dias, o banco dispensou 200 funcionários.

Histórico

Antes dos protestos, os trabalhadores já haviam se reunido com o Santander para questionar as arbitrariedades e solicitarem negociação sobre a implantação das medidas. Mas banco manteve a intransigência e disse que não haveria negociações. No dia 20 de dezembro, a categoria também já havia realizado protestos. Um ofício solicitando negociação foi enviado, mas sequer houve resposta. “Por isso, estamos novamente nas ruas protestando contra as medidas arbitrárias que retiram direitos da categoria e contra o desrespeito do banco pelos trabalhadores”, afirma Maria Rosani, coordenadora da COE/Santander.

Hora de mobilizar
 “Se não reagirmos a esses ataques agora, assim que terminar a vigência do acordo e da CCT, podem ter certeza de que o banco espanhol vai cortar todos os direitos dos trabalhadores que a nova lei trabalhista lhe permite. Ou cruzamos os braços agora ou vai piorar depois”, ressalta Maria Rosani. Para Rita Berlofa, presidenta da UNI Finanças Mundial, o que está acontecendo no Santander pode acontecer também com os demais bancos e também nos outros setores. “Todos os trabalhadores precisam estar alertas e apoiar este protesto. Hoje é o banco espanhol que desrespeita e corta os direitos dos brasileiros, mas essa reforma foi feita por encomenda dos empresários. Eles vão querer colocar em prática todo o massacre que ela prevê. Ou a classe trabalhadora se levanta e luta unida desde já, ou quando pensar em fazer isso pode ser muito tarde”, conclui a dirigente.

Renata Ortega SEEB Curitiba, com informações da Contraf-CUT

Notícia colhida no sítio http://www.bancariosdecuritiba.org.br/noticias-interna/2/santander/29201/santander-quebra-acordo-e-bancarios-protestam

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Trabalhadores do interior do Paraná exigem cumprimento da Convenção Coletiva pelo banco Santander

Protesto em Cornélio Procópio (PR) combate retirada de direitos dos funcionários do Santander

Nesta quarta-feira (31/01), Dia Nacional de Luta dos Funcionários do Santander, dirigentes do Sindicato dos Bancários de Cornélio Procópio (PR) retardou, até o meio-dia, a abertura do expediente do banco.

Com faixas na fachada do prédio é denunciada a postura de ataque adotada pelo banco espanhol com a retirada de direitos de bancários e bancárias brasileiros, imposição de metas abusivas, demissões em massa e desrespeito à representação sindical.

“Apesar de obter lucros cada vez maiores no Brasil, o Santander está querendo ampliar a exploração dos funcionários, com mudanças no prazo para compensação das horas extras e o parcelamento das férias. São questões que fazem parte da reforma trabalhista está colocando em prática para camuflar a falta de pessoal e impor sobrecarga de serviços”, critica Divonzir Lemos Carneiro, diretor do Sindicato de Cornélio Procópio.

Divonzir lembra que o banco ainda não respondeu à solicitação feita pela COE (Comissão de Organização dos Empregados) de abertura de negociação em torno dessas mudanças nos direitos dos bancários e bancárias, numa verdadeira demonstração de descaso com o movimento sindical.

Atividades em três agências marcam Dia de Luta no Santander em Londrina

O Sindicato dos Bancários de Londrina retardou o expediente de três agências do Santander nesta quarta-feira (31/01), cumprindo a agenda do Dia Nacional de Luta dos Funcionários contra medidas que alteram direitos, impostas de forma arbitrária pelo banco.

Os protestos ocorreram na agência Centro, da Rua Minas Gerais e da Avenida Higienópolis, onde fica a Superintendência Regional do Santander na cidade de Londrina (PR).

Acácio dos Santos, diretor do Sindicato dos Bancários de Londrina e diretor Regional da Afubesp (Associação dos Funcionários do Santander Banespa), afirma que no final de 2017 o banco colocou em prática pontos da reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer (PMDB), que alteram regras para compensação das horas extras e permite o parcelamento das férias em até três períodos.

“São medidas prejudiciais aos trabalhadores e trabalhadoras do Santander Brasil que passam por cima do Contrato de Trabalho, da Convenção Coletiva Nacional da categoria e também do Aditivo celebrado com o banco, que tem vigência até 31 de agosto de 2018”, aponta.

Segundo Acácio, esta mobilização é início de um processo de resistência a esse ataque que o Santander está promovendo contra seus funcionários e funcionárias. “Temos que somar forças para impedir que o banco siga em frente com esse propósito de acabar com nossos direitos”, ressalta.

Protesto no Santander em Arapongas (PR) denuncia ataques aos direitos dos bancários

A atividade do Sindicato dos Bancários de Apucarana (PR) referente ao Dia Nacional de Luta dos Funcionários do Santander foi realizada na agência da cidade de Arapongas nesta quarta-feira (31/01).

A unidade foi paralisada parcialmente e durante o protesto foi denunciado o desrespeito que o banco espanhol tem com os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras ao aproveitar a reforma trabalhista para rebaixar direitos.

“Sem qualquer negociação, o Santander está usando a nova legislação trabalhista para prejudicar os funcionários e funcionárias com a mudança da data do pagamento, que passou do dia 20 para o dia 30, imposição de um Banco de Horas com prazo longo para compensação do trabalho extraordinário, além de querer parcelar as férias em até três períodos, como prevê essa reforma”, explica Agnaldo Gonçalves, diretor do Sindicato dos Bancários de Apucarana.

Segundo Agnaldo, essas medidas foram anunciadas logo após ter entrado em vigor as mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) propostas pelo governo Michel Temer (PMDB) e se não houver mobilização o banco pode avançar contra outros direitos.

“O setor financeiro apoia as políticas de retrocesso de Temer e por isso está saindo na frente dos demais setores para colocar essas maldades em prática, usando a reforma como meio de aumentar a exploração da categoria e multiplicar seus lucros”, avalia o dirigente.

Por Armando Duarte Jr.

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