Presidente da Fetec-PR fala na mesa de abertura do evento, em Curitiba

A importância da unidade nacional, junto com a mobilização, marcou na tarde desta quarta-feira (15) a abertura do Encontro Nacional dos Funcionários do HSBC, no Espaço Cultural do Sindicato dos Bancários de Curitiba, na capital paranaense. O evento, que conta com a participação de cerca de 100 dirigentes sindicais de todo país, vai até sexta-feira (17), quando será definida a pauta específica de reivindicações dos trabalhadores do banco inglês.

A mesa de abertura foi formada pelo secretário de organização do ramo financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira, pelo presidente do Sindicato de Curitiba, Otávio Dias, pelo presidente da Fetec-PR, Elias Jordão, pela secretária de formação da Fetec Centro-Norte, Sônia Rocha, pelo coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, Carlos Kanak, e pelo vice-presidente da CUT-PR, Márcio Kieller.

Os dirigentes sindicais analisaram a conjuntura nacional, denunciaram as fraudes e ilegalidades cometidas pelo banco no mundo, criticaram a proliferação de correspondentes bancários e a precarização do atendimento aos clientes, alertaram para as ameaças do projeto de lei (PL) 4330 de terceirização, enfatizaram os problemas enfrentados pelos trabalhadores do banco, como as demissões, a rotatividade, o corte de empregos, as mudanças unilaterais no plano de saúde e a piora das condições de trabalho, sobretudo, diante das metas abusivas, do assédio moral e do adoecimento de funcionários.

“O momento é importante para alinhar os debates entre as entidades sindicais de todo país frente aos ataques que o banco vem fazendo ao emprego e às condições de trabalho. Estamos aqui juntos para qualificar a atuação do movimento sindical, a fim de mudar essa realidade a partir da unidade e da mobilização dos trabalhadores”, destaca Kanak.

Após as manifestações dos representantes das entidades, a economista Viviam Rodrigues, da subseção da Contraf-CUT do Dieese, fez uma apresentação sobre o sistema financeiro e destacou os números do balanço de 2012 do HSBC. Ela mostrou que o banco é altamente lucrativo no Brasil e que não razões que justifiquem a política desumana de emprego da instituição.

Para o secretário de Assuntos Jurídicos da Contraf-CUT, Alan Patricio, este primeiro dia de encontro foi importante para reforçar a necessidade de promover a unidade nacional e mobilizar os trabalhadores. “Queremos reforçar a luta dos bancários para conquistarmos mais avanços para a categoria e a sociedade”, enfatiza.

O encontro continua nesta quinta-feira (16) com exposições da Contraf-CUT sobre a organização dos bancários e as ameaças do projeto de terceirização no Congresso Nacional. Haverá também grupos de trabalho sobre três grandes temas:

1. emprego;
2. remuneração;
3. saúde e condições de trabalho.

Na sexta-feira será realizada uma plenária final para a aprovação da pauta específica de reivindicações dos funcionários e do plano de mobilização.

Fonte: Contraf-CUT

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Encontro Nacional reúne bancários do HSBC

NO PRIMEIRO DIA, REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES DEBATERAM A IMPORTÂNCIA DA UNIDADE NACIONAL

No mesmo dia em que o HSBC anunciou o corte de 14.000 empregos no próximo triênio, dirigentes sindicais de todo o Brasil se reuniram em Curitiba para debater as estratégias de luta e definir as reivindicações específicas dos trabalhadores do banco inglês. Trata-se do Encontro Nacional de Funcionários do HSBC, que acontece nos dias 15, 16 e 17 de maio na capital paranaense e conta com a participação de quase cem representantes dos bancários do país todo.

Na abertura, realizada na tarde do dia 15, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, os participantes ressaltaram a importância da unidade nacional e de se repensar as formas de mobilização. “O anúncio realizado hoje pelo HSBC, que pretende reduzir de 254 mil para 240 mil empregados no mundo até 2016, é mais um alerta para que reforcemos a unidade dos trabalhadores”, destacou Elias Jordão, presidente da Fetec-CUT-PR. “A grande expectativa deste encontro é atualizar a pauta de reivindicações específicas e debater um novo plano de lutas, pois não precisamos fazer mais do mesmo. É preciso pensar diferente!”, completou Miguel Pereira, diretor da Contraf-CUT.

A mesa de abertura foi formada pelo vice-presidente da CUT-PR, Márcio Kieller, o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira, o presidente da Fetec-CUT-PR, Elias Jordão, o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, Otávio Dias, o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, Carlos Kanak, a secretária de formação da Fetec Centro-Norte, Sônia Rocha, e a representante da regional PACTU da Fetec-CUT-PR, Ana Paula Lorini.

Conjuntura – Ainda durante a abertura, a economista Viviam Rodrigues, da subseção da Contraf-CUT do Dieese, fez uma apresentação sobre a conjuntura econômica geral e do setor financeiro. Ela começou destacando o baixo crescimento do PIB brasileiro no último ano e listou as medidas adotadas pelo governo para conter a inflação.

Ao tratar do momento atual no setor bancário, a economista ressaltou que, apesar da baixa inadimplência, as despesas com Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) cresceram 19% entre os principais bancos. As instituições financeiras também têm compensado as perdas com a queda dos juros através das receitas com tarifas e prestações de serviço. Em resumo, a conjuntura do setor está marcada pela restrição ao crédito privado, por demissões de trabalhadores na busca pela melhora da eficiência e pela recomposição das perdas através de receitas.

Após a apresentação, os dirigentes sindicais realizaram um amplo debate, denunciando as fraudes e ilegalidades cometidas pelo HSBC no mundo, criticando a proliferação de correspondentes bancários e a precarização do atendimento aos clientes, alertando para as ameaças do projeto de lei (PL) 4.330 de terceirização e enfatizando os problemas enfrentados pelos trabalhadores do banco – como as demissões, a rotatividade, o corte de empregos e a piora das condições de trabalho, sobretudo, diante das metas abusivas, do assédio moral e do adoecimento de funcionários.

Encontro continua – O Encontro Nacional de Funcionários do HSBC continua nestas quinta (16) e sexta-feira (16), no Hotel Del Rey (Rua Ermelindo de Leão, 18, Curitiba) com exposições da Contraf-CUT sobre a organização dos bancários e as ameaças do projeto de terceirização no Congresso Nacional. Haverá também grupos de trabalho sobre três grandes temas: 1) emprego; 2) remuneração; e 3) saúde e condições de trabalho. Ao final, será realizada uma plenária para a aprovação da pauta específica de reivindicações dos funcionários e do plano de mobilização.

Reunião – Nesta quinta-feira (16), acontece também a reunião de negociação entre o movimento sindical e o diretor de Recursos Humanos do HSBC João Rached, quando o banco apresentará uma proposta para os temas pendentes. A agenda é fruto de uma mobilização realizada em Curitiba, no dia 02 de maio, quando ficaram fechados os Centros Administrativos HSBC Xaxim, Hauer e Kennedy.
Por: Renata Ortega
SEEB Curitiba

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Encontro Nacional dos Funcionários do HSBC discute reivindicações e

Ontem na abertura do Encontro Nacional dos funcionários do HSBC que está sendo realizado em Curitiba, diversos dirigentes sindicais utilizaram o momento para expor suas indignações com o banco. Após a explanação pelo Dieese, do último balanço do HSBC, o do ano de 2012, os dirigentes, aproximadamente 100 bancários vindos de diversas regiões do Brasil, fizeram dezenas de questionamentos técnicos e políticos sobre o que viram. Todos foram unanimes em compreender que o Encontro é de grande importância para troca de informações sobre os problemas que estão adoecendo e desmotivados os funcionários do HSBC, e para criar estratégias e eleger prioridades no enfrentamento desses problemas.

Para Miguel Pereira, bancário do HSBC, diretor de Organização da Contraf-CUT e membro da  COE (Comissão de Organização dos Empregados) do HSBC,  afirmou em sua saudação inicial, se sentir confiante de  que as discussões do Encontro servirá para unir forças nas estratégias para  enfrentamento com o Banco com ações sindicais visando solucionar os problemas. “Temos que defender o emprego dos bancários do HSBC . Essa constante mudança de foco do banco de como trabalhar no Brasil, nos preocupa, uma vez que a maior experiência do HSBC  fora do Brasil não é como banco de varejo”.  Ainda segundo Miguel “o banco tem sido cordial, recebe a COE , mas não tem resolvido os problemas”.
Ana Paula Lorini, outra representante COE pelo Paraná e diretora do Pactu em Umuarama, foi incisiva ao pedir mais unidade na luta e nas ações sindicais com o enfrentamento com o banco. “a greve de 24 hors no último dia 18 foi forte no Paraná e em alguns outros estados, mas poderia ter sido mais abrangente em alguns centros maiores, onde o HSBC tem forte presença,” Ainda para a dirigente sindical, só com unidade do Movimento Sindical e ações contundentes, é que o banco vai resolver os efeitos ruins da Provisão de Devedores Duvidosos, da PDD, dos PPRs, do Plano de Saúde e de outros, em que já apresentamos ao banco, mas ele continua leniente para resolver.
Outro dirigente do Pactu funcionário do HSBC que reclamou da falta de ação do banco foi Alcione Macedo, de Guarapuava. Segundo o dirigente, “os representantes do banco que vão a mesa negociar com a COE, não tem autoridade ou não querem resolver nossas reivindicações”.  Citou por exemplo, o senhor Antonio Carlos, diretor de Recursos Humanos, que há décadas conhece os problemas, mas se limite a ouvir e continua a procrastinar as soluções.
Dos sindicatos do Pactu, além de Alcione e Ana Paula, participaram Lucia Bretano, Evandro Calvo, Algusto Klank e Wilson de Souza. O Encontro, que termina amanhã após plenária final, está sendo organizado pela COE do HSBC com o importante apoio do Sindicato dos Bancários de Curitiba e da Fetec-PR, tendo a coordenação geral de  Carlos Kanak, diretor do Sindicato dos Bancários de Curitiba, e coordenador nacional da COE do HSBC.
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Fonte: Pactu

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