Após uma denúncia anônima que envolve o banco e, entre outras empresas, a DM Contrutora de Obras Ltda e seus sócios e gerentes, a CPI do Banestado resolveu requisitar ao Ministério Público um inquérito civil.
A denúncia afirma que no mês de maio de 1998, a DM renegociou uma dívida de R$ 15 milhões com o Banestado. No mês de setembro, a empresa recebeu depósito no valor de R$ 15,3 milhões em dinheiro, proveniente da Copel.
De acordo com o deputado estadual Neivo Beraldin (PDT-PR), presidente da comissão, “o que acontecia era que várias construtoras que tinham créditos junto à Copel emprestavam dinheio do Banestado com taxas beneficiadas e em troca a Copel mantinha dinheiro aplicado no banco para que este não tivésse prejuízo”, afirmou.
Fonte: Fetec-Pr, com informações do jornal O Estado do Paraná.
Notícias recentes
- Governo Lula vai registrar a menor inflação da história, diz Haddad
- Trabalhador se mantém na luta coletiva, aponta pesquisa, segundo Sérgio Nobre
- Congresso aprova Orçamento para 2026
- Após adiamentos, Banco Central desiste de regular Pix Parcelado
- Bolsa supera os 164 mil pontos e bate terceiro recorde seguido
Comentários
Por Mhais• 27 de maio de 2003• 12:26• Sem categoria
BANESTADO: CPI REQUISITA INQUÉRITO
Após uma denúncia anônima que envolve o banco e, entre outras empresas, a DM Contrutora de Obras Ltda e seus sócios e gerentes, a CPI do Banestado resolveu requisitar ao Ministério Público um inquérito civil.
A denúncia afirma que no mês de maio de 1998, a DM renegociou uma dívida de R$ 15 milhões com o Banestado. No mês de setembro, a empresa recebeu depósito no valor de R$ 15,3 milhões em dinheiro, proveniente da Copel.
De acordo com o deputado estadual Neivo Beraldin (PDT-PR), presidente da comissão, “o que acontecia era que várias construtoras que tinham créditos junto à Copel emprestavam dinheio do Banestado com taxas beneficiadas e em troca a Copel mantinha dinheiro aplicado no banco para que este não tivésse prejuízo”, afirmou.
Fonte: Fetec-Pr, com informações do jornal O Estado do Paraná.
Deixe um comentário