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NOVO COMANDO DA CUT SERÁ ESCOLHIDO AMANHÃ

São Paulo, 6/6/2003 (Agência Brasil – ABr) – O prazo de inscrições para a eleição da nova diretoria da Central Única dos Trabalhadores termina hoje e a eleição será amanhã (7), último dia de realização do 8º Congresso Nacional da entidade, com 2.735 delegados inscritos para votar.

A expectativa é que entre uma e quatro chapas concorram. A corrente com maior número de votos, de acordo com os delegados que participam do congresso, é a Articulação Sindical, que apóia Luís Marinho, atual presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A Articulação Sindical sozinha conta com aproximadamente 55% dos 2.735 delegados, e deverá ter o apoio da Corrente Sindical Classista, ligada ao PCdoB, e da CUT Socialista Democrática. Juntas, as três correntes representam cerca de 77% dos delegados.

O estatuto da CUT prevê que se duas chapas concorrerem à eleição, para ter direito a cargos, uma chapa tem de conquistar pelo menos 20% dos votos. A partir de três chapas, há a necessidade de receber no mínimo 10% dos votos para ocupar cadeiras. Assim, Luís Marinho é
praticamente o candidato eleito que irá dirigir a Central Sindical nos próximos três anos. Ele reconhece que está em uma posição confortável, mas afirmou que está aberto para compor uma chapa única, ou seja, fechar um acordo estabelecendo a divisão de cargos para que as outras correntes, sobretudo as de oposição, possam ter representatividade.

A segunda corrente com maior número de representantes no 8º Congresso da CUT, e, por isso, com a segunda maior quantidade de votos para eleição é chamada Fortalecer a CUT, ligada à esquerda do PT. A corrente conta com intenção de voto de entre 15% e 16% dos delegados. A outra corrente de oposição é o Movimento por uma Tendência Socialista (MTS), ligada ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) de José Maria e ao Partido da Causa Operária (PCO). Ela conta com entre 6% e 7% das intenções de voto.

A MTS precisa se articular com outra corrente para somar 20% dos votos e ter direito a cadeiras. Ela tenta se articular com a Fortalecer CUT. Existe ainda a possibilidade de as duas maiores correntes representadas se juntarem, o que seria um desastre para a corrente de José Maira que,
sem atingir os 20% dos votos necessários, ficaria sem vagas na executiva da CUT.

De acordo com Luís Marinho, a Fortalecer CUT não quer isolar o MTS e acredita na união das duas chapas para somarem os 20% dos votos exigidos. Marinho afirmou também, que não aceitará mudar o estatuto da CUT para atender a reivindicação das duas correntes de partilhar os 32 cargos de acordo com a proporcionalidade dos votos recebidos, sem a exigência de número de votos mínimos. O estatuto prevê que quem não conquistar a quantidade mínima não tem direito à representatividade. “As negociações podem ocorrer até o último momento antes da eleição. Até lá nada está definido, qualquer acordo pode ser fechado na última hora”, afirmou Marinho.

Os 2.735 delegados da CUT representam aproximadamente 3.350 sindicatos em todo o Brasil, que somam 22 milhões de trabalhadores, sendo 7,5 milhões deles sindicalizados.

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NOVO COMANDO DA CUT SERÁ ESCOLHIDO AMANHÃ

São Paulo, 6/6/2003 (Agência Brasil – ABr) – O prazo de inscrições para a eleição da nova diretoria da Central Única dos Trabalhadores termina hoje e a eleição será amanhã (7), último dia de realização do 8º Congresso Nacional da entidade, com 2.735 delegados inscritos para votar.
A expectativa é que entre uma e quatro chapas concorram. A corrente com maior número de votos, de acordo com os delegados que participam do congresso, é a Articulação Sindical, que apóia Luís Marinho, atual presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A Articulação Sindical sozinha conta com aproximadamente 55% dos 2.735 delegados, e deverá ter o apoio da Corrente Sindical Classista, ligada ao PCdoB, e da CUT Socialista Democrática. Juntas, as três correntes representam cerca de 77% dos delegados.
O estatuto da CUT prevê que se duas chapas concorrerem à eleição, para ter direito a cargos, uma chapa tem de conquistar pelo menos 20% dos votos. A partir de três chapas, há a necessidade de receber no mínimo 10% dos votos para ocupar cadeiras. Assim, Luís Marinho é
praticamente o candidato eleito que irá dirigir a Central Sindical nos próximos três anos. Ele reconhece que está em uma posição confortável, mas afirmou que está aberto para compor uma chapa única, ou seja, fechar um acordo estabelecendo a divisão de cargos para que as outras correntes, sobretudo as de oposição, possam ter representatividade.
A segunda corrente com maior número de representantes no 8º Congresso da CUT, e, por isso, com a segunda maior quantidade de votos para eleição é chamada Fortalecer a CUT, ligada à esquerda do PT. A corrente conta com intenção de voto de entre 15% e 16% dos delegados. A outra corrente de oposição é o Movimento por uma Tendência Socialista (MTS), ligada ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) de José Maria e ao Partido da Causa Operária (PCO). Ela conta com entre 6% e 7% das intenções de voto.
A MTS precisa se articular com outra corrente para somar 20% dos votos e ter direito a cadeiras. Ela tenta se articular com a Fortalecer CUT. Existe ainda a possibilidade de as duas maiores correntes representadas se juntarem, o que seria um desastre para a corrente de José Maira que,
sem atingir os 20% dos votos necessários, ficaria sem vagas na executiva da CUT.
De acordo com Luís Marinho, a Fortalecer CUT não quer isolar o MTS e acredita na união das duas chapas para somarem os 20% dos votos exigidos. Marinho afirmou também, que não aceitará mudar o estatuto da CUT para atender a reivindicação das duas correntes de partilhar os 32 cargos de acordo com a proporcionalidade dos votos recebidos, sem a exigência de número de votos mínimos. O estatuto prevê que quem não conquistar a quantidade mínima não tem direito à representatividade. “As negociações podem ocorrer até o último momento antes da eleição. Até lá nada está definido, qualquer acordo pode ser fechado na última hora”, afirmou Marinho.
Os 2.735 delegados da CUT representam aproximadamente 3.350 sindicatos em todo o Brasil, que somam 22 milhões de trabalhadores, sendo 7,5 milhões deles sindicalizados.

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