Brasília, 3/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – A base de apoio do governo na Câmara e as centrais sindicais começaram hoje a discutir mudanças na proposta de reforma da Previdência. O presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), líderes partidários e sindicalistas estão reunidos, neste momento, em busca de uma proposta intermediária que atenda aos interesses de todos.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, chegou ao encontro confiante em que pontos da proposta serão negociados. “Nós vamos mudar o texto da reforma, isso ficará claro nos próximos 15 dias”, disse. A CUT defende uma reforma que exclua a taxação dos inativos, crie regras de transição para aposentadorias e fixe teto de R$ 4.800,00 para o funcionalismo federal. Marinho reconhece que a negociação será dura, mas garante ter sinal tanto do governo, quanto do Congresso, de que é possível encontrar uma proposta alternativa.
João Paulo Cunha lembrou que já era esperado que o texto do governo sofresse mudanças no Congresso e que pressões dos diversos setores da sociedade fazem parte do jogo democrático. “O Congresso Nacional tem condições de fazer alterações no texto da reforma. Agora, vamos ver quais são as mudanças e o tamanho delas”, afirmou.
A mesa de negociações entre a base aliada e sindicalistas foi aberta depois da manifestação dos servidores públicos contra a reforma da Previdência, no dia 11 de junho, em Brasília. (Ana Paula
Marra e Raquel Ribeiro)
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Por Mhais• 3 de julho de 2003• 16:36• Sem categoria
CUT GARANTE TER SINAL DE QUE ALTERNATIVA À REFORMA DA PREVIDÊNCIA É POSSÍVE
Brasília, 3/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – A base de apoio do governo na Câmara e as centrais sindicais começaram hoje a discutir mudanças na proposta de reforma da Previdência. O presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), líderes partidários e sindicalistas estão reunidos, neste momento, em busca de uma proposta intermediária que atenda aos interesses de todos.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, chegou ao encontro confiante em que pontos da proposta serão negociados. “Nós vamos mudar o texto da reforma, isso ficará claro nos próximos 15 dias”, disse. A CUT defende uma reforma que exclua a taxação dos inativos, crie regras de transição para aposentadorias e fixe teto de R$ 4.800,00 para o funcionalismo federal. Marinho reconhece que a negociação será dura, mas garante ter sinal tanto do governo, quanto do Congresso, de que é possível encontrar uma proposta alternativa.
João Paulo Cunha lembrou que já era esperado que o texto do governo sofresse mudanças no Congresso e que pressões dos diversos setores da sociedade fazem parte do jogo democrático. “O Congresso Nacional tem condições de fazer alterações no texto da reforma. Agora, vamos ver quais são as mudanças e o tamanho delas”, afirmou.
A mesa de negociações entre a base aliada e sindicalistas foi aberta depois da manifestação dos servidores públicos contra a reforma da Previdência, no dia 11 de junho, em Brasília. (Ana Paula
Marra e Raquel Ribeiro)
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