Os líderes dos partidos governinstas fecharam hoje um acordo em torno das proposta de reforma Previdenciária com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Maurício Corrêa. A proposta que garante a integralidade e a paridade dos salários para os servidores aposentados já teria o apoio dos partidos aliados e do presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP).
Falta apenas ouvir os governadores antes de fechar um acordo definitivamente. O acordo foi costurado durante café da manhã que começou na casa de João Paulo prolongou-se e a reunião já entra pela tarde. Em mais de seis horas de conversa, passaram pelo local o o ministro da Casa Civil, José Dirceu, o ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, e o próprio Corrêa.
O presidente da CUT, Luiz Marinho, o relator da reforma da Previdência, deputado José Pimentel (PT-CE) e o presidente da comissão especial, Roberto Brant (PFL-MG) também participam da reunião. Pelo acordo acertado hoje, os servidores que entrarem no serviço público após a aprovação das reformas se aposentariam com idade mínima de 65 anos, no caso dos homens, e 60 anos, no caso das mulheres. Se o servidor contribuir de 35 e 30 anos, respectivamente, terá direito a aposentadoria integral do cargo exercido por no mínimo 25 anos.
Já para os servidores atuais, a idade mínima seria de 60 (homens) e 55 (mulheres) anos e o tempo de contribuição de 35 e 30 anos, respectivamente. O tempo de permanência na carreira seria menor, não passando de 20 anos. Os servidores teriam mantidos a integralidade e a paridade dos salários.
Durante o intervalo da reunião, os líderes disseram estar animados com a proposta. O mais otimista era o líder do PTB, Roberto Jefferson (RJ). “Nós [PTB] fechamos com a proposta do ministro Maurício Corrêa. Ele fez um grande favor ao Brasil abrindo o diálogo. É uma proposta que pacifica o país”, disse Jefferson.
O líder do PT, Nélson Pellegrino (BA), afirmou que as alternativas apresentadas por Corrêa são viáveis e vão facilitar a aprovação das reformas. “A bancada do PT vai trabalhar para viabilizar essa proposta. O novo cenário amplia o apoio que já existia para a reforma”, declarou. O presidente da CUT foi voz dissonante no encontro. Com informações da FolhaNews.
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Por Mhais• 9 de julho de 2003• 16:10• Sem categoria
PROPOSTA DO STF PARA REFORMA DA PREVIDÊNCIA SEDUZ GOVERNISTAS
Os líderes dos partidos governinstas fecharam hoje um acordo em torno das proposta de reforma Previdenciária com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Maurício Corrêa. A proposta que garante a integralidade e a paridade dos salários para os servidores aposentados já teria o apoio dos partidos aliados e do presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP).
Falta apenas ouvir os governadores antes de fechar um acordo definitivamente. O acordo foi costurado durante café da manhã que começou na casa de João Paulo prolongou-se e a reunião já entra pela tarde. Em mais de seis horas de conversa, passaram pelo local o o ministro da Casa Civil, José Dirceu, o ministro da Previdência, Ricardo Berzoini, e o próprio Corrêa.
O presidente da CUT, Luiz Marinho, o relator da reforma da Previdência, deputado José Pimentel (PT-CE) e o presidente da comissão especial, Roberto Brant (PFL-MG) também participam da reunião. Pelo acordo acertado hoje, os servidores que entrarem no serviço público após a aprovação das reformas se aposentariam com idade mínima de 65 anos, no caso dos homens, e 60 anos, no caso das mulheres. Se o servidor contribuir de 35 e 30 anos, respectivamente, terá direito a aposentadoria integral do cargo exercido por no mínimo 25 anos.
Já para os servidores atuais, a idade mínima seria de 60 (homens) e 55 (mulheres) anos e o tempo de contribuição de 35 e 30 anos, respectivamente. O tempo de permanência na carreira seria menor, não passando de 20 anos. Os servidores teriam mantidos a integralidade e a paridade dos salários.
Durante o intervalo da reunião, os líderes disseram estar animados com a proposta. O mais otimista era o líder do PTB, Roberto Jefferson (RJ). “Nós [PTB] fechamos com a proposta do ministro Maurício Corrêa. Ele fez um grande favor ao Brasil abrindo o diálogo. É uma proposta que pacifica o país”, disse Jefferson.
O líder do PT, Nélson Pellegrino (BA), afirmou que as alternativas apresentadas por Corrêa são viáveis e vão facilitar a aprovação das reformas. “A bancada do PT vai trabalhar para viabilizar essa proposta. O novo cenário amplia o apoio que já existia para a reforma”, declarou. O presidente da CUT foi voz dissonante no encontro. Com informações da FolhaNews.
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