Rio, 10/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos Lessa, convidou hoje as instituições financeiras para participar com ousadia e criatividade da política de microcrédito anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para fazer com que os recursos cheguem às mãos dos microempreendedores, que necessitam desse pequeno crédito para fazer negócios.
Lessa abriu a 81ª reunião ordinária do Conselho da Associação Brasileira das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), na qual assegurou que o banco está intimamente integrado à tarefa de promover a expansão do microcrédito no país.
Ele afirmou que esta é uma das prioridades do BNDES, que está destinando R$ 1 bilhão para ampliar a oferta de microcrédito no país, o que ocorrerá através de parcerias com instituições financeiras – bancos privados e estatais, em sua maioria filiados à ABDE.
Lessa lembrou que o programa do governo prevê que os juros para o microcrédito sejam de, no máximo, 2% ao mês. “Com isso, vamos fazer uma política de combate à agiotagem no país, que é provocada por juros extorsivos”, afirmou o presidente do BNDES.
Carlos Lessa revelou que a inadimplência dos tomadores de microcrédito é muito reduzida. Citou como exemplo a experiência do próprio BNDES, que já efetuou mais de 100 mil operações de microcrédito, com valor médio de R$ 1,2 mil, em que a inadimplência dos microempreendedores ficou em 4,2%.
Alana Gandra
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Por Mhais• 10 de julho de 2003• 17:07• Sem categoria
LESSA QUER INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ENGAJADAS NA POLÍTICA DE MICROCRÉDITO
Rio, 10/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Carlos Lessa, convidou hoje as instituições financeiras para participar com ousadia e criatividade da política de microcrédito anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para fazer com que os recursos cheguem às mãos dos microempreendedores, que necessitam desse pequeno crédito para fazer negócios.
Lessa abriu a 81ª reunião ordinária do Conselho da Associação Brasileira das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), na qual assegurou que o banco está intimamente integrado à tarefa de promover a expansão do microcrédito no país.
Ele afirmou que esta é uma das prioridades do BNDES, que está destinando R$ 1 bilhão para ampliar a oferta de microcrédito no país, o que ocorrerá através de parcerias com instituições financeiras – bancos privados e estatais, em sua maioria filiados à ABDE.
Lessa lembrou que o programa do governo prevê que os juros para o microcrédito sejam de, no máximo, 2% ao mês. “Com isso, vamos fazer uma política de combate à agiotagem no país, que é provocada por juros extorsivos”, afirmou o presidente do BNDES.
Carlos Lessa revelou que a inadimplência dos tomadores de microcrédito é muito reduzida. Citou como exemplo a experiência do próprio BNDES, que já efetuou mais de 100 mil operações de microcrédito, com valor médio de R$ 1,2 mil, em que a inadimplência dos microempreendedores ficou em 4,2%.
Alana Gandra
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