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PARALISAÇÃO AO SUL AMÉRICA JÁ DURA 30 DIAS

Desde o dia 12 de junho, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ) decidiu suspender o atendimento aos usuários do plano de saúde da Sul América seguros, realizando a cobrança direta aos pacientes usuários do plano, que estão pagando R$ 42,00 para consultas e CH (Coeficiente de Honorários) de R$ 0,42 para procedimentos (conforme a tabela Associação Médica Brasileira, 1992).
De acordo com a assessoria de imprensa do CREMERJ, os médicos estão boicotando o Sul América por se tratar do plano que mais prejudica a categoria. A seguradora paga hoje R$ 24,00 por consulta e ofereceram uma das propostas mais baixas de reajuste. Além disso, o hábito de exigir diagnóstico de paciente através de seus funcionários, procedimento ilegal e anti-ético, já provocou denúncia do CREMERJ ao Ministério Público Federal. Como se tudo isso não bastasse, a Sul América não tem responsável técnico registrado no conselho fluminense, o que impede a sua fiscalização.
A paralisação não tem data para terminar. Os médicos do Rio de Janeiro, que atendem através da seguradora, estão se reunindo por área de atuação específica e debatendo as questões referentes à Sul América. A suspensão do boicote só poderá acontecer em Assembléia Geral da categoria médica que ainda não foi marcada, mas deverá acontecer após o término das reuniões, previsto para o próximo dia 16 de julho. Sendo assim, a suspensão no atendimento deve ultrapassar 40 dias.
O Sindicato dos Médicos do Paraná reuniu seus dirigentes durante esta semana e decidiu não indicar a paralisação no estado, mas, segundo o vice-presidente interno da entidade, Dr. Murilo Rubens Schaefer, os médicos do Paraná esperam a decisão do CREMERJ. “Não há indicativo de paralisação. Vamos esperar as negociações do Conselho do Rio de Janeiro, se o movimento persistir, a tendência é que ocorra o boicote em todo o país”, conclui Schaefer.
Os funcionários do HSBC no Brasil estão utilizando o plano de saúde da Sul América desde o dia 1º de junho, devido a aquisição da carteira de saúde do banco inglês pela seguradora. Entre titulares e dependentes, aproximadamente 55 mil segurados do banco inglês estão contemplados pela Sul América.
Para Audrea Louback, membro da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC e secretaria de políticas sociais da FETEC-PR, além das paralisações que estão ocorrendo, a mudança do plano de saúde gerou outros problemas para os bancários do HSBC. “Estamos de olho nos boicotes ao Sul América e estamos esperando as deliberações da categoria médica à nível nacional para iniciar uma mobilização. Mas além disso, a troca do plano HSBC Saúde pelo Sul América Saúde trouxe mais problemas para os bancários. Apesar do valor da co-participação ter sido reduzido em aproximadamente 50%, o período de validade de uma consulta diminuiu de 30 para 15 dias, mesmo que for somente para uma simples apresentação de exames. Outro problema é na diferenciação dos preços da co-participação, que agora tem seu valor quase dobrado para os médicos que não participam da Rede Referenciada, antiga Rede Credenciada, o que não ocorria no plano HSBC saúde”, afirma Louback.
Davi S. Macedo
Fonte: FETEC-PR

Por 12:32 Sem categoria

PARALISAÇÃO AO SUL AMÉRICA JÁ DURA 30 DIAS

Desde o dia 12 de junho, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ) decidiu suspender o atendimento aos usuários do plano de saúde da Sul América seguros, realizando a cobrança direta aos pacientes usuários do plano, que estão pagando R$ 42,00 para consultas e CH (Coeficiente de Honorários) de R$ 0,42 para procedimentos (conforme a tabela Associação Médica Brasileira, 1992).

De acordo com a assessoria de imprensa do CREMERJ, os médicos estão boicotando o Sul América por se tratar do plano que mais prejudica a categoria. A seguradora paga hoje R$ 24,00 por consulta e ofereceram uma das propostas mais baixas de reajuste. Além disso, o hábito de exigir diagnóstico de paciente através de seus funcionários, procedimento ilegal e anti-ético, já provocou denúncia do CREMERJ ao Ministério Público Federal. Como se tudo isso não bastasse, a Sul América não tem responsável técnico registrado no conselho fluminense, o que impede a sua fiscalização.

A paralisação não tem data para terminar. Os médicos do Rio de Janeiro, que atendem através da seguradora, estão se reunindo por área de atuação específica e debatendo as questões referentes à Sul América. A suspensão do boicote só poderá acontecer em Assembléia Geral da categoria médica que ainda não foi marcada, mas deverá acontecer após o término das reuniões, previsto para o próximo dia 16 de julho. Sendo assim, a suspensão no atendimento deve ultrapassar 40 dias.

O Sindicato dos Médicos do Paraná reuniu seus dirigentes durante esta semana e decidiu não indicar a paralisação no estado, mas, segundo o vice-presidente interno da entidade, Dr. Murilo Rubens Schaefer, os médicos do Paraná esperam a decisão do CREMERJ. “Não há indicativo de paralisação. Vamos esperar as negociações do Conselho do Rio de Janeiro, se o movimento persistir, a tendência é que ocorra o boicote em todo o país”, conclui Schaefer.

Os funcionários do HSBC no Brasil estão utilizando o plano de saúde da Sul América desde o dia 1º de junho, devido a aquisição da carteira de saúde do banco inglês pela seguradora. Entre titulares e dependentes, aproximadamente 55 mil segurados do banco inglês estão contemplados pela Sul América.

Para Audrea Louback, membro da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC e secretaria de políticas sociais da FETEC-PR, além das paralisações que estão ocorrendo, a mudança do plano de saúde gerou outros problemas para os bancários do HSBC. “Estamos de olho nos boicotes ao Sul América e estamos esperando as deliberações da categoria médica à nível nacional para iniciar uma mobilização. Mas além disso, a troca do plano HSBC Saúde pelo Sul América Saúde trouxe mais problemas para os bancários. Apesar do valor da co-participação ter sido reduzido em aproximadamente 50%, o período de validade de uma consulta diminuiu de 30 para 15 dias, mesmo que for somente para uma simples apresentação de exames. Outro problema é na diferenciação dos preços da co-participação, que agora tem seu valor quase dobrado para os médicos que não participam da Rede Referenciada, antiga Rede Credenciada, o que não ocorria no plano HSBC saúde”, afirma Louback.

Davi S. Macedo
Fonte: FETEC-PR

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