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CPI DO BANESTADO CONVOCA GUSTAVO FRANCO PARA DEPOR DIA 22

BRASÍLIA – O presidente da CPI Mista do Banestado, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), marcou para a próxima terça-feira o depoimento do ex-presidente e ex-diretor do Banco Central Gustavo Franco, no plenário da CPI.
A marcação da data foi sugerida pelo relator da Comissão, deputado José Mentor (PT-SP), ao final da exposição do ministro Adylton Motta, do Tribunal de Contas da União, o qual responsabilizou Franco e o chefe do Departamento de Câmbio do Banco Central, José Maria de Carvalho, pela aprovação de regras que facilitaram a evasão de divisas através das contas CC5.
Segundo dados apresentados por Adylson Motta, durante o período 1991/98 foram remetidos ao exterior através de contas CC5 aproximadamente US$ 84 bilhões. No período entre abril de 96 e dezembro de 98, a saída de recursos atingiu US$ 60 bilhões e foi facilitada pela falta de controle sobre as contas CC5, em conseqüência de medidas adotadas por Gustavo Franco quando diretor da área internacional e, depois, presidente do Banco Central.
Fonte JB online

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CPI DO BANESTADO CONVOCA GUSTAVO FRANCO PARA DEPOR DIA 22

BRASÍLIA – O presidente da CPI Mista do Banestado, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), marcou para a próxima terça-feira o depoimento do ex-presidente e ex-diretor do Banco Central Gustavo Franco, no plenário da CPI.

A marcação da data foi sugerida pelo relator da Comissão, deputado José Mentor (PT-SP), ao final da exposição do ministro Adylton Motta, do Tribunal de Contas da União, o qual responsabilizou Franco e o chefe do Departamento de Câmbio do Banco Central, José Maria de Carvalho, pela aprovação de regras que facilitaram a evasão de divisas através das contas CC5.

Segundo dados apresentados por Adylson Motta, durante o período 1991/98 foram remetidos ao exterior através de contas CC5 aproximadamente US$ 84 bilhões. No período entre abril de 96 e dezembro de 98, a saída de recursos atingiu US$ 60 bilhões e foi facilitada pela falta de controle sobre as contas CC5, em conseqüência de medidas adotadas por Gustavo Franco quando diretor da área internacional e, depois, presidente do Banco Central.

Fonte JB online

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