VERBAL
Brasília, 15/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luís Marinho, qualificou como “destempero verbal” as acusações feitas ontem pelo presidente do Tribunal Supeior do Trabalho, Francisco Fausto, de estelionato eleitoral que teria sido praticado pelo governo Lula, com a proposta de reforma da Previdência, encaminhado ao Congresso Nacional.
Os sindicalistas, que também não concordam com alguns pontos da reforma, estão reunidos, neste momento, na Câmara,com o relator da reforma previdenciária, José Pimentel (PT-CE), e o presidente da Casa, João Paulo Cunha (PT-SP). Segundo Marinho, com a permanência da integralidade dos benefícios para os servidores públicos, os que mais ganharão serão os servidores que têm altos salários. “Especialmente os magistrados que são os que menos podem chorar. Dificilmente você vê um magistrado se aposentar antes da compulsória”, acrescentou o presidente da CUT. Para beneficiar os servidores públicos de salários mais baixos, Marinho defende o fim da aplicação do redutor de 5% por ano para os que desejam antecipar a aposentadoria e que ganham até o teto que for estabelecido pela proposta.
A comissão especial quer o teto de R$ 2.400,00, enquanto a CUT defende um teto ampliado para R$ 4.800,00.
Marcos Chagas
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Por Mhais• 15 de julho de 2003• 17:26• Sem categoria
MARINHO DIZ QUE ACUSAÇÕES DO PRESIDENTE DO TST AO GOVERNO SÃO DESTEMPERO
VERBAL
Brasília, 15/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luís Marinho, qualificou como “destempero verbal” as acusações feitas ontem pelo presidente do Tribunal Supeior do Trabalho, Francisco Fausto, de estelionato eleitoral que teria sido praticado pelo governo Lula, com a proposta de reforma da Previdência, encaminhado ao Congresso Nacional.
Os sindicalistas, que também não concordam com alguns pontos da reforma, estão reunidos, neste momento, na Câmara,com o relator da reforma previdenciária, José Pimentel (PT-CE), e o presidente da Casa, João Paulo Cunha (PT-SP). Segundo Marinho, com a permanência da integralidade dos benefícios para os servidores públicos, os que mais ganharão serão os servidores que têm altos salários. “Especialmente os magistrados que são os que menos podem chorar. Dificilmente você vê um magistrado se aposentar antes da compulsória”, acrescentou o presidente da CUT. Para beneficiar os servidores públicos de salários mais baixos, Marinho defende o fim da aplicação do redutor de 5% por ano para os que desejam antecipar a aposentadoria e que ganham até o teto que for estabelecido pela proposta.
A comissão especial quer o teto de R$ 2.400,00, enquanto a CUT defende um teto ampliado para R$ 4.800,00.
Marcos Chagas
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