A Procuradoria Geral da República (PGR) vai apresentar entre 30 e 70 dias as primeiras denúncias contra o esquema de evasão de divisas por meio das contas CC-5 no Paraná, do caso Banestado, para a Justiça Federal. A partir daí começarão a correr processos de ação judicial, quando serão pedidas prisões, seqüestros de bens, entre outros.
Representantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banestado estiveram reunidos esta tarde em Curitiba, para primeira reunião com integrantes da força-tarefa que investiga o esquema. O objetivo do encontro foi o cruzamento de informações da CPI no Congresso com as da PGR.
A Procuradoria Geral da República e os delegados da Polícia Federal fizeram um relato detalhado dos trabalhos dos técnicos do BC e da Receita Federal. “Há um convencimento total de que os bancos sabiam o que estava acontecendo”, informa o deputado Paulo Bernardo (PT-PR), presente no encontro desta sexta. O deputado disse ainda que “houve uma crítica muito grande ao Banco Central (BC) que em 96 já tinha informações sobre irregularidades nos bancos e só foram tomar providências em 1999”.
Bernardo afirmou que “a reunião foi muito boa”, pois os trabalhos estão muito adiantados e há muito conhecimento sobre o caso.
A força-tarefa é composta por integrantes da Procuradoria Geral da República, da Receita Federal e da Polícia Federal no Paraná. Participaram da reunião de hoje procuradores e delegados da Polícia Federal. Também estiveram presentes ao encontro o presidente da CPMI, senador Antero Paes de Barros (PSDB/MT); o relator, deputado José Mentor (PT/SP); o vice-presidente, deputado Rodrigo Maia (PFL/RJ); e o deputado Paulo Bernardo (PT/PR).
A CPMI investiga a evasão de US$ 30 bilhões para paraísos fiscais, entre 1996 e 1999, por meio do Banestado (Banco do Estado do Paraná).
Gazeta do Povo
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Por Mhais• 18 de julho de 2003• 17:48• Sem categoria
ESQUEMA DE DESVIO DE DINHEIRO SERÁ DENUNCIADO À JUSTIÇA EM ATÉ 70 DIAS
A Procuradoria Geral da República (PGR) vai apresentar entre 30 e 70 dias as primeiras denúncias contra o esquema de evasão de divisas por meio das contas CC-5 no Paraná, do caso Banestado, para a Justiça Federal. A partir daí começarão a correr processos de ação judicial, quando serão pedidas prisões, seqüestros de bens, entre outros.
Representantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banestado estiveram reunidos esta tarde em Curitiba, para primeira reunião com integrantes da força-tarefa que investiga o esquema. O objetivo do encontro foi o cruzamento de informações da CPI no Congresso com as da PGR.
A Procuradoria Geral da República e os delegados da Polícia Federal fizeram um relato detalhado dos trabalhos dos técnicos do BC e da Receita Federal. “Há um convencimento total de que os bancos sabiam o que estava acontecendo”, informa o deputado Paulo Bernardo (PT-PR), presente no encontro desta sexta. O deputado disse ainda que “houve uma crítica muito grande ao Banco Central (BC) que em 96 já tinha informações sobre irregularidades nos bancos e só foram tomar providências em 1999”.
Bernardo afirmou que “a reunião foi muito boa”, pois os trabalhos estão muito adiantados e há muito conhecimento sobre o caso.
A força-tarefa é composta por integrantes da Procuradoria Geral da República, da Receita Federal e da Polícia Federal no Paraná. Participaram da reunião de hoje procuradores e delegados da Polícia Federal. Também estiveram presentes ao encontro o presidente da CPMI, senador Antero Paes de Barros (PSDB/MT); o relator, deputado José Mentor (PT/SP); o vice-presidente, deputado Rodrigo Maia (PFL/RJ); e o deputado Paulo Bernardo (PT/PR).
A CPMI investiga a evasão de US$ 30 bilhões para paraísos fiscais, entre 1996 e 1999, por meio do Banestado (Banco do Estado do Paraná).
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