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Por 18:08 Notícias

SIMON ESTRANHA SILÊNCIO DAS REDES DE TELEVISÃO E AUSÊNCIA DE LÍDERES

Delegado critica vazamento de informações. Pedro Simon adverte para responsabilidade do Congresso Nacional
ADVERTÊNCIA Conforme Simon, “se essa roubalheira passar, vai ficar mal para nós”
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) advertiu ontem que os resultados da CPI do Banestado são responsabilidade do Congresso Nacional.
– Está em jogo o Congresso Nacional. Se essa roubalheira, que é a maior da história do Brasil, passar, vai ficar mal para nós – afirmou.
Para Simon, assim como aconteceu na Colômbia, o crime organizado está crescendo no Brasil e se transformando num Estado dentro do Estado, mas “o governo ainda não se reuniu para constituir uma força-tarefa que combata isso”. Conforme o senador, a CPI até o momento só ouviu como funciona a Receita Federal, a Polícia Federal e o Banco Central, mas nenhum nome foi apresentado.
– O detalhe que me chamou a atenção foi que até hoje nenhum líder partidário apareceu para dar uma olhadinha na CPI. Nas CPIs anteriores, os líderes não saíam um minuto. E aquilo [a CPI] que colocaria em risco o andamento das reformas não tem espaço nas grandes redes de televisão. Para elas, a CPI do Banestado não existe.
A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) lembrou que já existia indício de crime em 1996, pois houve uma denúncia ao Ministério Público Federal, e as autoridades do Banco Central e da Receita Federal montaram um sistema de acompanhamento, mas deixaram continuar as remessas de dólares até 1999 sem identificação do remetente. Para Ideli, existem duas questões a serem respondidas: como estancar o crime e como controlar o Banco Central, que deveria fiscalizar as contas CC-5.
Simon acrescentou uma pergunta à lista: “Como buscar o dinheiro de volta e botar os caras na cadeia?”
O senador disse que o depoente de ontem na CPI, delegado Paulo Roberto Falcão Ribeiro, atual responsável pela investigação, só pôde vir de Curitiba a Brasília porque o presidente do Senado, José Sarney, providenciou a passagem.
Fonte Jornal do Senado

Por 18:08 Sem categoria

SIMON ESTRANHA SILÊNCIO DAS REDES DE TELEVISÃO E AUSÊNCIA DE LÍDERES

Delegado critica vazamento de informações. Pedro Simon adverte para responsabilidade do Congresso Nacional

ADVERTÊNCIA Conforme Simon, “se essa roubalheira passar, vai ficar mal para nós”
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) advertiu ontem que os resultados da CPI do Banestado são responsabilidade do Congresso Nacional.

– Está em jogo o Congresso Nacional. Se essa roubalheira, que é a maior da história do Brasil, passar, vai ficar mal para nós – afirmou.

Para Simon, assim como aconteceu na Colômbia, o crime organizado está crescendo no Brasil e se transformando num Estado dentro do Estado, mas “o governo ainda não se reuniu para constituir uma força-tarefa que combata isso”. Conforme o senador, a CPI até o momento só ouviu como funciona a Receita Federal, a Polícia Federal e o Banco Central, mas nenhum nome foi apresentado.

– O detalhe que me chamou a atenção foi que até hoje nenhum líder partidário apareceu para dar uma olhadinha na CPI. Nas CPIs anteriores, os líderes não saíam um minuto. E aquilo [a CPI] que colocaria em risco o andamento das reformas não tem espaço nas grandes redes de televisão. Para elas, a CPI do Banestado não existe.

A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) lembrou que já existia indício de crime em 1996, pois houve uma denúncia ao Ministério Público Federal, e as autoridades do Banco Central e da Receita Federal montaram um sistema de acompanhamento, mas deixaram continuar as remessas de dólares até 1999 sem identificação do remetente. Para Ideli, existem duas questões a serem respondidas: como estancar o crime e como controlar o Banco Central, que deveria fiscalizar as contas CC-5.

Simon acrescentou uma pergunta à lista: “Como buscar o dinheiro de volta e botar os caras na cadeia?”

O senador disse que o depoente de ontem na CPI, delegado Paulo Roberto Falcão Ribeiro, atual responsável pela investigação, só pôde vir de Curitiba a Brasília porque o presidente do Senado, José Sarney, providenciou a passagem.

Fonte Jornal do Senado

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