Brasília, 22/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O governo não vai ceder na proposta da reforma da Previdência em função da pressão do Judiciário. “O governo não recua diante de pressões. O governo negocia, e é o que está fazendo desde o início”, disse o líder do governo na Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Segundo o parlamentar, é inviável para o sistema previdenciário conceder salários mais altos para os magistrados estaduais, como eles têm reivindicado. Ele garantiu que não haverá mudanças no relatório da reforma da Previdência.
A decisão foi tomada há pouco, durante reunião da base aliada com o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. A expectativa, afirmou o parlamentar, é retomar as discussões sobre a proposta de reforma amanhã (23) e votá-la na comissão especial na próxima quinta-feira (24). Daqui a pouco, o ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini, reúne-se com a bancada do PSDB na Câmara para discutir o relatório do deputado José Pimentel sobre a reforma.
Ana Paula Marra
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Por Mhais• 22 de julho de 2003• 17:32• Sem categoria
GOVERNO NÃO RECUA NA REFORMA DIANTE DA PRESSÃO DO JUDICIÁRIO
Brasília, 22/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O governo não vai ceder na proposta da reforma da Previdência em função da pressão do Judiciário. “O governo não recua diante de pressões. O governo negocia, e é o que está fazendo desde o início”, disse o líder do governo na Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Segundo o parlamentar, é inviável para o sistema previdenciário conceder salários mais altos para os magistrados estaduais, como eles têm reivindicado. Ele garantiu que não haverá mudanças no relatório da reforma da Previdência.
A decisão foi tomada há pouco, durante reunião da base aliada com o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. A expectativa, afirmou o parlamentar, é retomar as discussões sobre a proposta de reforma amanhã (23) e votá-la na comissão especial na próxima quinta-feira (24). Daqui a pouco, o ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini, reúne-se com a bancada do PSDB na Câmara para discutir o relatório do deputado José Pimentel sobre a reforma.
Ana Paula Marra
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