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GUSTAVO FRANCO DIZ QUE POLÍTICA DE CONTROLE CAMBIAL ERA INEFICAZ

Acusado pelo relatório do Tribunal de Contas da União de ter facilitado o envio de valores ilegais ao exterior, o ex-presidente do Banco Central (BC), Gustavo Franco, iniciou há pouco seu depoimento fazendo exposição sobre o modelo cambial do governo no período em que era diretor de relações exteriores do BC, de 1992 a 1996. Em seguida falou sobre o modelo cambial na época em que era presidente do banco, de 1997 a 1999.
De acordo com Gustavo, a maneira de como se controlava o câmbio demonstrou ineficiência no controle do balanço de pagamentos. “A movimentação anual do país é de cerca de US$ 200 bi, e o país perdia, naquela época, apenas com a cobrança de ágio sobre o valor da moeda norte-americana, algo em torno de US$ 2 bi”, relatou. Segundo o ex-presidente, por este e outros motivos que o Brasil optou pela política de dólar flutuante.
A respeito das contas CC-5, Gustavo recordou que as regulamentações do sistema destas espécies de contas foram adotadas em 1992 pelo BC e o motivo disso era evitar a atuação da indústria do dólar paralelo e do doleiro, afirmou o ex-presidente.
Fonte: Davi Macedo – FETEC-PR, com informações da Agência Senado

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GUSTAVO FRANCO DIZ QUE POLÍTICA DE CONTROLE CAMBIAL ERA INEFICAZ

Acusado pelo relatório do Tribunal de Contas da União de ter facilitado o envio de valores ilegais ao exterior, o ex-presidente do Banco Central (BC), Gustavo Franco, iniciou há pouco seu depoimento fazendo exposição sobre o modelo cambial do governo no período em que era diretor de relações exteriores do BC, de 1992 a 1996. Em seguida falou sobre o modelo cambial na época em que era presidente do banco, de 1997 a 1999.

De acordo com Gustavo, a maneira de como se controlava o câmbio demonstrou ineficiência no controle do balanço de pagamentos. “A movimentação anual do país é de cerca de US$ 200 bi, e o país perdia, naquela época, apenas com a cobrança de ágio sobre o valor da moeda norte-americana, algo em torno de US$ 2 bi”, relatou. Segundo o ex-presidente, por este e outros motivos que o Brasil optou pela política de dólar flutuante.

A respeito das contas CC-5, Gustavo recordou que as regulamentações do sistema destas espécies de contas foram adotadas em 1992 pelo BC e o motivo disso era evitar a atuação da indústria do dólar paralelo e do doleiro, afirmou o ex-presidente.

Fonte: Davi Macedo – FETEC-PR, com informações da Agência Senado

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