O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, saiu hoje em defesa da aprovação das reformas tributária e da Previdência.
Em discurso na CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ministro pediu que se “abra mão de privilégios conseguidos através de lobbies e justas pressões” para que seja possível tornar o Brasil “um grande país, um país de primeiro mundo”. O ministro não citou nominalmente, no entanto, que segmentos precisariam ceder nas reformas.
Ele reconheceu que o governo e a sociedade já fizeram um “sacrifício extraordinário” nos últimos seis meses, para que se recuperasse a credibilidade. Mas ele destacou que é preciso engajamento e participação da sociedade para aprovar as “reformas tão necessárias para o futuro”.
Ao participar de solenidade que premiou de projetos de melhoria da competitividade de micro e pequenas empresas, o ministro destacou ainda a necessidade de redução da taxa básica de juros como um dos elementos para facilitar o acesso ao crédito.
Ele lembrou que as micro e pequenas correspondem a 99% do total de empresas em todo o país, empregando dois terços dos trabalhadores. “Não existe país desenvolvido com uma taxa de juros como a que temos hoje”, afirmou o ministro.
PATRÍCIA ZIMMERMANN
da Folha Online, em Brasília
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Por Mhais• 23 de julho de 2003• 18:24• Sem categoria
FURLAN DEFENDE APROVAÇÃO DE REFORMAS E FIM DE “PRIVILÉGIOS”
O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, saiu hoje em defesa da aprovação das reformas tributária e da Previdência.
Em discurso na CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ministro pediu que se “abra mão de privilégios conseguidos através de lobbies e justas pressões” para que seja possível tornar o Brasil “um grande país, um país de primeiro mundo”. O ministro não citou nominalmente, no entanto, que segmentos precisariam ceder nas reformas.
Ele reconheceu que o governo e a sociedade já fizeram um “sacrifício extraordinário” nos últimos seis meses, para que se recuperasse a credibilidade. Mas ele destacou que é preciso engajamento e participação da sociedade para aprovar as “reformas tão necessárias para o futuro”.
Ao participar de solenidade que premiou de projetos de melhoria da competitividade de micro e pequenas empresas, o ministro destacou ainda a necessidade de redução da taxa básica de juros como um dos elementos para facilitar o acesso ao crédito.
Ele lembrou que as micro e pequenas correspondem a 99% do total de empresas em todo o país, empregando dois terços dos trabalhadores. “Não existe país desenvolvido com uma taxa de juros como a que temos hoje”, afirmou o ministro.
PATRÍCIA ZIMMERMANN
da Folha Online, em Brasília
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