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Por 18:33 Notícias

GRAZIANO CRITICA BANCOS

O ministro José Graziano (Segurança Alimentar) criticou hoje o sistema bancário brasileiro em palestra feita em Florianópolis (SC) sobre o PPA (Plano Plurianual) para o período 2004-2007.
“Os bancos brasileiros são os maiores do mundo e pagam os mais baixos salários”, disse o ministro, durante apresentação dos pontos de estrangulamento para o crescimento econômico do país.
Na sua fala, o ministro destacou também a necessidade de transformação do crescimento da produtividade da indústria em aumento de salários.
Graziano também disse que o governo deve priorizar a redução dos preços dos bens de consumo popular e de serviços, “através da quebra de monopólios estabelecidos no país”.
No mesmo dia em que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu em 1,5 ponto percentual a taxa de juros, o ministro defendeu a necessidade da queda para o “desenvolvimento de um mercado interno”.
O ministro também fez uma defesa do Fome Zero, principal projeto de sua pasta e vitrine da área social do governo Lula. Disse que em Guaribas (PI), cidade piloto do programa, a vida dos seus habitantes melhorou.
“A cidade, que não tinha luz, água, calçamento e saneamento, inaugurou o seu primeiro salão de beleza. As mulheres, que antes ocupavam de quatro a cinco horas de seus dias buscando água, agora podem fazer as unhas a R$ 1”, declarou.
MARIELLA LOPES
free-lance para a Agência Folha, em Florianópolis

Por 18:33 Sem categoria

GRAZIANO CRITICA BANCOS

O ministro José Graziano (Segurança Alimentar) criticou hoje o sistema bancário brasileiro em palestra feita em Florianópolis (SC) sobre o PPA (Plano Plurianual) para o período 2004-2007.

“Os bancos brasileiros são os maiores do mundo e pagam os mais baixos salários”, disse o ministro, durante apresentação dos pontos de estrangulamento para o crescimento econômico do país.

Na sua fala, o ministro destacou também a necessidade de transformação do crescimento da produtividade da indústria em aumento de salários.
Graziano também disse que o governo deve priorizar a redução dos preços dos bens de consumo popular e de serviços, “através da quebra de monopólios estabelecidos no país”.

No mesmo dia em que o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu em 1,5 ponto percentual a taxa de juros, o ministro defendeu a necessidade da queda para o “desenvolvimento de um mercado interno”.

O ministro também fez uma defesa do Fome Zero, principal projeto de sua pasta e vitrine da área social do governo Lula. Disse que em Guaribas (PI), cidade piloto do programa, a vida dos seus habitantes melhorou.

“A cidade, que não tinha luz, água, calçamento e saneamento, inaugurou o seu primeiro salão de beleza. As mulheres, que antes ocupavam de quatro a cinco horas de seus dias buscando água, agora podem fazer as unhas a R$ 1”, declarou.

MARIELLA LOPES
free-lance para a Agência Folha, em Florianópolis

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