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BRADESCO SEGUE COPOM E REDUZ JURO DE CHEQUE ESPECIAL E CRÉDITO PESSOAL

SÃO PAULO – O Bradesco acompanhou o corte dos juros básicos da economia e anunciou a redução das taxas de diversas linhas de crédito oferecidas pela instituição. O recuo ocorreu no cheque especial, no crédito pessoal e nas linhas de financiamento para veículos. As mudanças passam a vigorar nesta quinta-feira.
Conforme comunicado do banco, a taxa mínima do cheque especial caiu de 3,80% para 3,76% mensais. Já a taxa máxima cobrada dos clientes foi reduzida de 9,50% para 9,39% ao mês. Os juros do crédito pessoal recuaram de 6% para 5,89% ao mês. Para o financiamento de veículos, os juros caíram de 2,90% para 2,60% ao mês.
“A queda promovida pelo Bradesco foi técnica e consistente com o custo do dinheiro no mercado”, disse o presidente do maior banco privado do país, Márcio Cypriano. “Agora, nossa expectativa é por mudanças na política de recolhimento compulsório da parcela de 60% dos depósitos à vista sem qualquer remuneração. A conjuntura econômica atual é completamente diferente daquela que exigiu a elevação do compulsório sobre depósitos à vista”, avaliou.
Valor Online

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BRADESCO SEGUE COPOM E REDUZ JURO DE CHEQUE ESPECIAL E CRÉDITO PESSOAL

SÃO PAULO – O Bradesco acompanhou o corte dos juros básicos da economia e anunciou a redução das taxas de diversas linhas de crédito oferecidas pela instituição. O recuo ocorreu no cheque especial, no crédito pessoal e nas linhas de financiamento para veículos. As mudanças passam a vigorar nesta quinta-feira.

Conforme comunicado do banco, a taxa mínima do cheque especial caiu de 3,80% para 3,76% mensais. Já a taxa máxima cobrada dos clientes foi reduzida de 9,50% para 9,39% ao mês. Os juros do crédito pessoal recuaram de 6% para 5,89% ao mês. Para o financiamento de veículos, os juros caíram de 2,90% para 2,60% ao mês.

“A queda promovida pelo Bradesco foi técnica e consistente com o custo do dinheiro no mercado”, disse o presidente do maior banco privado do país, Márcio Cypriano. “Agora, nossa expectativa é por mudanças na política de recolhimento compulsório da parcela de 60% dos depósitos à vista sem qualquer remuneração. A conjuntura econômica atual é completamente diferente daquela que exigiu a elevação do compulsório sobre depósitos à vista”, avaliou.

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