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CORTE DO JURO É CONSERVADOR, MAS JÁ TEM EFEITO NO CRÉDITO

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, ontem, o corte de 1,5 ponto percentual da taxa básica de juros, a Selic, para 24,5% ao ano. Foi o segundo corte deste ano e o maior desde julho de 1999. O Copom fez exatamente o que economistas de bancos esperavam, mas a reação foi negativa.
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os contratos de juros embutiam, no início da semana, uma expectativa de queda de dois pontos. Como o corte foi menor, houve uma corrida para reverter posições, realizar o lucro possível e evitar perdas. O resultado do movimento foi, contraditoriamente, a alta dos juros futuros, que balizam as operações de crédito. Quanto mais distante o vencimento, maior a alta.
Apesar disso, o Bradesco saiu na frente e anunciou, ontem, o corte de 0,04 até 0,11 ponto percentual na taxa para pessoas físicas. Outros bancos prometem novidades, hoje.
Nas últimas quatro ocasiões em que o Brasil passou por um período de alta de juros e contração da atividade econômica, a retomada ocorreu em curto espaço de tempo: entre um e quatro meses, no máximo, após a queda da taxa Selic. Além disso, o ritmo da recuperação da produção industrial foi bastante expressivo: variou de 6% (em três oportunidades) a 10% (uma vez) no primeiro trimestre após o início da retomada, em dados anualizados.
“Em 1995, 98 , 99 e 2001, a recuperação veio com uma defasagem muito inferior aos seis a nove meses de que normalmente se fala, e foi elevada. A economia brasileira é bastante sensível à queda dos juros”, observa Caio Prates, economista do grupo de conjuntura do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ). Por isso, ele aposta que a recuperação começará no segundo semestre e virá com um vigor acima do esperado.
Fonte: Valor Econômico

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CORTE DO JURO É CONSERVADOR, MAS JÁ TEM EFEITO NO CRÉDITO

O Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou, ontem, o corte de 1,5 ponto percentual da taxa básica de juros, a Selic, para 24,5% ao ano. Foi o segundo corte deste ano e o maior desde julho de 1999. O Copom fez exatamente o que economistas de bancos esperavam, mas a reação foi negativa.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os contratos de juros embutiam, no início da semana, uma expectativa de queda de dois pontos. Como o corte foi menor, houve uma corrida para reverter posições, realizar o lucro possível e evitar perdas. O resultado do movimento foi, contraditoriamente, a alta dos juros futuros, que balizam as operações de crédito. Quanto mais distante o vencimento, maior a alta.

Apesar disso, o Bradesco saiu na frente e anunciou, ontem, o corte de 0,04 até 0,11 ponto percentual na taxa para pessoas físicas. Outros bancos prometem novidades, hoje.

Nas últimas quatro ocasiões em que o Brasil passou por um período de alta de juros e contração da atividade econômica, a retomada ocorreu em curto espaço de tempo: entre um e quatro meses, no máximo, após a queda da taxa Selic. Além disso, o ritmo da recuperação da produção industrial foi bastante expressivo: variou de 6% (em três oportunidades) a 10% (uma vez) no primeiro trimestre após o início da retomada, em dados anualizados.

“Em 1995, 98 , 99 e 2001, a recuperação veio com uma defasagem muito inferior aos seis a nove meses de que normalmente se fala, e foi elevada. A economia brasileira é bastante sensível à queda dos juros”, observa Caio Prates, economista do grupo de conjuntura do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ). Por isso, ele aposta que a recuperação começará no segundo semestre e virá com um vigor acima do esperado.

Fonte: Valor Econômico

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