(Agência Brasil – ABr) – Um abraço à Maternidade Praça XV foi a forma encontrada pela organização não-Governamental Criola para abrir hoje as comemorações do Dia da Mulher Negra da América Latina e Caribe. O ato foi um protesto contra as condições de saúde enfrentadas pelas mulheres negras, com base no relatório do Comitê de Morte Materna do Rio de Janeiro. O trabalho registrou que entre o total de 174 mortes por parto em 2001, 63% foram de mulheres negras.
Depois do abraço, as comemorações continuarão no Centro Cultural da Saúde, onde será inaugurada uma exposição de fotos de Adriana dos Santos sobre os 10 anos de atuação da Ong Criola, que reúne cinco mil colaboradoras. A programação inclui a apresentação da Companhia de Teatro das Criolas; relançamentos de livros, como o título “Mulheres que rezam”; recital de poesia e debate sobre a condição da mulher negra e os avanços conseguidos pelo trabalho desenvolvido pela ONG. No local, acontece, ainda, uma feira de artesanato afro-brasileiro e Tia Cotinha, uma baiana tradicional do centro do Rio, oferece seus quitutes aos participantes.
O Dia da Mulher Negra da América Latina foi definido pelo encontro sobre racismo realizado em 25 de julho de 1992, na República Dominicana, que reuniu participantes de mais de 70 países. No Brasil, outras organizações não-governamentais participam da rede e a Criola, que representa o Rio de Janeiro, desenvolve trabalhos de assistência jurídica, contra a violência, saúde e de esclarecimento sobre racismo.
Norma Nery
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Por Mhais• 25 de julho de 2003• 14:03• Sem categoria
ONG COMEMORA DIA DA MULHER NEGRA
(Agência Brasil – ABr) – Um abraço à Maternidade Praça XV foi a forma encontrada pela organização não-Governamental Criola para abrir hoje as comemorações do Dia da Mulher Negra da América Latina e Caribe. O ato foi um protesto contra as condições de saúde enfrentadas pelas mulheres negras, com base no relatório do Comitê de Morte Materna do Rio de Janeiro. O trabalho registrou que entre o total de 174 mortes por parto em 2001, 63% foram de mulheres negras.
Depois do abraço, as comemorações continuarão no Centro Cultural da Saúde, onde será inaugurada uma exposição de fotos de Adriana dos Santos sobre os 10 anos de atuação da Ong Criola, que reúne cinco mil colaboradoras. A programação inclui a apresentação da Companhia de Teatro das Criolas; relançamentos de livros, como o título “Mulheres que rezam”; recital de poesia e debate sobre a condição da mulher negra e os avanços conseguidos pelo trabalho desenvolvido pela ONG. No local, acontece, ainda, uma feira de artesanato afro-brasileiro e Tia Cotinha, uma baiana tradicional do centro do Rio, oferece seus quitutes aos participantes.
O Dia da Mulher Negra da América Latina foi definido pelo encontro sobre racismo realizado em 25 de julho de 1992, na República Dominicana, que reuniu participantes de mais de 70 países. No Brasil, outras organizações não-governamentais participam da rede e a Criola, que representa o Rio de Janeiro, desenvolve trabalhos de assistência jurídica, contra a violência, saúde e de esclarecimento sobre racismo.
Norma Nery
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