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COMPRAS COM CARTÃO DE CRÉDITO DEVEM CHEGAR A R$ 82,1 BILHÕES EM 2003

SÃO PAULO – As compras com cartão de crédito devem chegar a R$ 82,1 bilhões este ano, um crescimento de 18,5% sobre 2002, segundo estimativa da Credicard. No início do ano, a expectativa era de crescimento de 16,7%, com o faturamento de R$ 80,9 bilhões. Em julho, o mercado brasileiro de cartões deverá registrar o maior faturamento de 2003, superior até ao de maio, mês em que as compras são incentivadas pelo Dia das Mães. A previsão é de faturamento de R$ 7 bilhões, com crescimento de 16,8% sobre julho do ano passado.
De acordo com a empresa, o bom desempenho do mercado em julho se deve, em parte, ao período de férias escolares. Além disso, a base de cartões em circulação no país continua em expansão: era de 38,7 milhões de plásticos em julho de 2002 e deverá chegar a 41,2 milhões no final de julho deste ano. O valor da compra média, de R$ 72 em julho do ano passado, deverá ser de R$ 77 em julho deste ano. O número de transações realizadas com cartão esperado para julho é de 91 milhões, recorde do ano.
Segundo a Credicard, os bons resultados do ano deverão refletir o aumento do número de portadores e de cartões em circulação no país e a maior utilização desse meio de pagamento. O número de cartões por portador passará de 1,7 em 2001 para 1,9, em 2003. O gasto médio mensal igualmente deverá crescer cerca de 10%, entre 2001 e 2003, ao passar de R$ 144 para R$ 158, em razão do aumento da compra média de R$ 67 para R$ 75 (crescimento de 12% no período).
De acordo com o estudo, as taxas de crescimento do mercado de cartões de crédito têm sido bem superiores à variação do Produto Interno Bruto (PIB) e são resultado direto da substituição de meios de pagamento mais tradicionais pelo cartão. Essa tendência pode ser mensurada pela participação do volume de transações com cartões de crédito sobre o consumo privado, que era de 5% em 1996 e deve encerrar 2003 em 9,2%.
A substituição de meios de pagamento afetou principalmente o cheque. Entre 1994 e 2003, o número de transações realizadas com cheque caiu 44%, enquanto as transações com cartão de crédito cresceram 397%. Outro fato importante foi o forte ingresso do público de baixa renda no mercado de cartões de crédito, que reforçou o processo de substituição de meios de pagamento. A penetração do cartão de crédito nesse segmento saltou de 10%, em 1998, para 22% em 2002, totalizando 9,2 milhões de plásticos.
A melhor distribuição regional dos portadores e dos estabelecimentos credenciados também contribuiu para a maior utilização do cartão de crédito. Entre 2000 e 2002, houve maior descentralização do mercado, que registrou crescimento da participação nos estados fora da região Sudeste. O maior aumento nesse período ocorreu na região Norte/Nordeste, que passou de 11% do total de cartões para 17%, enquanto a participação da região Sudeste diminuiu de 79% para 70%. Com a descentralização, o mercado aproxima-se mais da distribuição da população economicamente ativa (PEA).
GloboNews.com

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COMPRAS COM CARTÃO DE CRÉDITO DEVEM CHEGAR A R$ 82,1 BILHÕES EM 2003

SÃO PAULO – As compras com cartão de crédito devem chegar a R$ 82,1 bilhões este ano, um crescimento de 18,5% sobre 2002, segundo estimativa da Credicard. No início do ano, a expectativa era de crescimento de 16,7%, com o faturamento de R$ 80,9 bilhões. Em julho, o mercado brasileiro de cartões deverá registrar o maior faturamento de 2003, superior até ao de maio, mês em que as compras são incentivadas pelo Dia das Mães. A previsão é de faturamento de R$ 7 bilhões, com crescimento de 16,8% sobre julho do ano passado.

De acordo com a empresa, o bom desempenho do mercado em julho se deve, em parte, ao período de férias escolares. Além disso, a base de cartões em circulação no país continua em expansão: era de 38,7 milhões de plásticos em julho de 2002 e deverá chegar a 41,2 milhões no final de julho deste ano. O valor da compra média, de R$ 72 em julho do ano passado, deverá ser de R$ 77 em julho deste ano. O número de transações realizadas com cartão esperado para julho é de 91 milhões, recorde do ano.

Segundo a Credicard, os bons resultados do ano deverão refletir o aumento do número de portadores e de cartões em circulação no país e a maior utilização desse meio de pagamento. O número de cartões por portador passará de 1,7 em 2001 para 1,9, em 2003. O gasto médio mensal igualmente deverá crescer cerca de 10%, entre 2001 e 2003, ao passar de R$ 144 para R$ 158, em razão do aumento da compra média de R$ 67 para R$ 75 (crescimento de 12% no período).

De acordo com o estudo, as taxas de crescimento do mercado de cartões de crédito têm sido bem superiores à variação do Produto Interno Bruto (PIB) e são resultado direto da substituição de meios de pagamento mais tradicionais pelo cartão. Essa tendência pode ser mensurada pela participação do volume de transações com cartões de crédito sobre o consumo privado, que era de 5% em 1996 e deve encerrar 2003 em 9,2%.

A substituição de meios de pagamento afetou principalmente o cheque. Entre 1994 e 2003, o número de transações realizadas com cheque caiu 44%, enquanto as transações com cartão de crédito cresceram 397%. Outro fato importante foi o forte ingresso do público de baixa renda no mercado de cartões de crédito, que reforçou o processo de substituição de meios de pagamento. A penetração do cartão de crédito nesse segmento saltou de 10%, em 1998, para 22% em 2002, totalizando 9,2 milhões de plásticos.

A melhor distribuição regional dos portadores e dos estabelecimentos credenciados também contribuiu para a maior utilização do cartão de crédito. Entre 2000 e 2002, houve maior descentralização do mercado, que registrou crescimento da participação nos estados fora da região Sudeste. O maior aumento nesse período ocorreu na região Norte/Nordeste, que passou de 11% do total de cartões para 17%, enquanto a participação da região Sudeste diminuiu de 79% para 70%. Com a descentralização, o mercado aproxima-se mais da distribuição da população economicamente ativa (PEA).

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