São Paulo, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O empresário Eugênio Staub, presidente da Gradiente, defendeu hoje a criação de mecanismos que permitam resultados de curto prazo na economia brasileira. Entre as propostas que ele apresentou está a redução da taxa de juros real para 8% até o final de 2003 e de 5% para 2004. Ele considerou “compreensível” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, de baixar 1,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), mas disse que isso não ajudou no astral dos empresários e trabalhadores. “Foi como um balde de água fria”, declarou. As declarações foram feitas para cerca de 50 membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, na abertura do encontro de hoje.
Staub falou de sua preocupação com o atual cenário da economia no país e defendeu a correção de preços e salários pela inflação futura, a negociação com a Federação Brasileira de Bancos para reduzir o “spread” bancário e a construção de moradias populares. Para ele, essas medidas poderiam “mudar o astral” da economia, em 30 ou 60 dias. Ele reiterou aos jornalistas que esses pontos resultaram de conversas com empresários e representantes de outros segmentos da sociedade. No encontro de hoje, o conselho vai tratar de medidas para o crescimento imediato da econômica, baseado no documento apresentado pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Dentre esses pontos está a manutenção da estabilidade, a ampliação do mercado interno e o estimulo ao investimento e à geração de renda.
Arthur Braga
16:43 São Paulo, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O empresário Eugênio Staub, presidente da Gradiente, defendeu hoje a criação de mecanismos que permitam resultados de curto prazo na economia brasileira. Entre as propostas que ele apresentou está a redução da taxa de juros real para 8% até o final de 2003 e de 5% para 2004. Ele considerou “compreensível” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, de baixar 1,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), mas disse que isso não ajudou no astral dos empresários e trabalhadores. “Foi como um balde de água fria”, declarou. As declarações foram feitas para cerca de 50 membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, na abertura do encontro de hoje.
Staub falou de sua preocupação com o atual cenário da economia no país e defendeu a correção de preços e salários pela inflação futura, a negociação com a Federação Brasileira de Bancos para reduzir o “spread” bancário e a construção de moradias populares. Para ele, essas medidas poderiam “mudar o astral” da economia, em 30 ou 60 dias. Ele reiterou aos jornalistas que esses pontos resultaram de conversas com empresários e representantes de outros segmentos da sociedade. No encontro de hoje, o conselho vai tratar de medidas para o crescimento imediato da econômica, baseado no documento apresentado pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Dentre esses pontos está a manutenção da estabilidade, a ampliação do mercado interno e o estimulo ao investimento e à geração de renda.
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Por Mhais• 28 de julho de 2003• 17:12• Sem categoria
EMPRESÁRIO QUER MECANISMOS QUE PERMITAM RESULTADOS DE CURTO PRAZO
São Paulo, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O empresário Eugênio Staub, presidente da Gradiente, defendeu hoje a criação de mecanismos que permitam resultados de curto prazo na economia brasileira. Entre as propostas que ele apresentou está a redução da taxa de juros real para 8% até o final de 2003 e de 5% para 2004. Ele considerou “compreensível” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, de baixar 1,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), mas disse que isso não ajudou no astral dos empresários e trabalhadores. “Foi como um balde de água fria”, declarou. As declarações foram feitas para cerca de 50 membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, na abertura do encontro de hoje.
Staub falou de sua preocupação com o atual cenário da economia no país e defendeu a correção de preços e salários pela inflação futura, a negociação com a Federação Brasileira de Bancos para reduzir o “spread” bancário e a construção de moradias populares. Para ele, essas medidas poderiam “mudar o astral” da economia, em 30 ou 60 dias. Ele reiterou aos jornalistas que esses pontos resultaram de conversas com empresários e representantes de outros segmentos da sociedade. No encontro de hoje, o conselho vai tratar de medidas para o crescimento imediato da econômica, baseado no documento apresentado pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Dentre esses pontos está a manutenção da estabilidade, a ampliação do mercado interno e o estimulo ao investimento e à geração de renda.
Arthur Braga
16:43 São Paulo, 28/7/2003 (Agência Brasil – ABr) – O empresário Eugênio Staub, presidente da Gradiente, defendeu hoje a criação de mecanismos que permitam resultados de curto prazo na economia brasileira. Entre as propostas que ele apresentou está a redução da taxa de juros real para 8% até o final de 2003 e de 5% para 2004. Ele considerou “compreensível” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, de baixar 1,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), mas disse que isso não ajudou no astral dos empresários e trabalhadores. “Foi como um balde de água fria”, declarou. As declarações foram feitas para cerca de 50 membros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, na abertura do encontro de hoje.
Staub falou de sua preocupação com o atual cenário da economia no país e defendeu a correção de preços e salários pela inflação futura, a negociação com a Federação Brasileira de Bancos para reduzir o “spread” bancário e a construção de moradias populares. Para ele, essas medidas poderiam “mudar o astral” da economia, em 30 ou 60 dias. Ele reiterou aos jornalistas que esses pontos resultaram de conversas com empresários e representantes de outros segmentos da sociedade. No encontro de hoje, o conselho vai tratar de medidas para o crescimento imediato da econômica, baseado no documento apresentado pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Dentre esses pontos está a manutenção da estabilidade, a ampliação do mercado interno e o estimulo ao investimento e à geração de renda.
Arthur Braga
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