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FEBRABAN COBRA DO GOVERNO DEVOLUÇÃO DE RECURSOS PARA DESENVOLVIMENTO

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) cobrou hoje do governo federal à devolução de recursos essenciais ao desenvolvimento do país. Segundo o presidente da Febraban, Gabriel Jorge Ferreira, o crédito que poderia ser direcionado para a ampliação da atividade produtiva está nas mãos do governo federal.
“O redirecionamento para a iniciativa privada de recursos que hoje são absorvidos pelo Estado, via tributos, recolhimentos compulsórios e endividamento, é condição indispensável ao crescimento econômico”, disse Ferreira em seminário sobre retomada do crescimento em São Paulo.
O presidente da Febraban também descartou a possibilidade de os bancos atenderem o pedido do governo federal de reduzir o spread bancário (diferença entre o custo de captação do dinheiro e o que é cobrado do tomador).
Segundo ele, a redução do spread bancário depende do atendimento de algumas reivindicações dos bancos, como redução do compulsório (a parte dos depósitos que as instituições financeiras são obrigadas a deixar no BC). “Não há como expandir empréstimos bancários a custos competitivos mantendo-se taxas básicas de juros, compulsório e carga tributária sobre intermediação financeira em patamares tão superiores aos praticados em outros países”, disse Ferreira.
O Brasil é o país que fixa as maiores taxas de compulsório no mundo. O compulsório fixado pelo BC hoje é de 68% sobre os depósitos à vista e de 23% sobre os depósitos a prazo. Na maioria dos países emergentes, a taxa é de aproximadamente 25%.
No caso da carga tributária, Ferreira citou como exemplo a elevação por MP (medida provisória) da Cofins de 3% para 4% das instituições financeiras. Com informações da FolhaNews.

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FEBRABAN COBRA DO GOVERNO DEVOLUÇÃO DE RECURSOS PARA DESENVOLVIMENTO

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) cobrou hoje do governo federal à devolução de recursos essenciais ao desenvolvimento do país. Segundo o presidente da Febraban, Gabriel Jorge Ferreira, o crédito que poderia ser direcionado para a ampliação da atividade produtiva está nas mãos do governo federal.

“O redirecionamento para a iniciativa privada de recursos que hoje são absorvidos pelo Estado, via tributos, recolhimentos compulsórios e endividamento, é condição indispensável ao crescimento econômico”, disse Ferreira em seminário sobre retomada do crescimento em São Paulo.

O presidente da Febraban também descartou a possibilidade de os bancos atenderem o pedido do governo federal de reduzir o spread bancário (diferença entre o custo de captação do dinheiro e o que é cobrado do tomador).

Segundo ele, a redução do spread bancário depende do atendimento de algumas reivindicações dos bancos, como redução do compulsório (a parte dos depósitos que as instituições financeiras são obrigadas a deixar no BC). “Não há como expandir empréstimos bancários a custos competitivos mantendo-se taxas básicas de juros, compulsório e carga tributária sobre intermediação financeira em patamares tão superiores aos praticados em outros países”, disse Ferreira.

O Brasil é o país que fixa as maiores taxas de compulsório no mundo. O compulsório fixado pelo BC hoje é de 68% sobre os depósitos à vista e de 23% sobre os depósitos a prazo. Na maioria dos países emergentes, a taxa é de aproximadamente 25%.

No caso da carga tributária, Ferreira citou como exemplo a elevação por MP (medida provisória) da Cofins de 3% para 4% das instituições financeiras. Com informações da FolhaNews.

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