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MANTEGA E MEIRELLES DIVERGEM SOBRE REDUÇÃO DO COMPULSÓRIO

A redução do compulsório dos bancos provocou divergência entre os integrantes do governo. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, negou hoje que a instituição já tenha definido uma redução do recolhimento compulsório dos bancos, o dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar no Banco Central.
O compulsório fixado pelo BC hoje é de 68% sobre os depósitos à vista e de 23% sobre os depósitos a prazo. Segundo Meirelles, a medida, quando tomada, não será pré-anunciada. No entanto, na parte da manhã, o ministro do Planejamento Guido Mantega, disse que “na sua modesta opinião, já havia condições macroeconômicas suficientes para o BC reduzir o compulsório”.
O diretor de Normas Técnicas do BC, Sergio Darcy, também defendeu a redução do compulsório, mas disse que essa era uma decisão do BC e não exclusivamente sua.
Mais tarde, Meirelles afirmou que a redução do compulsório combinada com a queda da taxa básica de juros não são suficientes para a diminuição do spread bancário. Segundo ele, para que a taxa de juros cobrada pelos bancos seja reduzida é necessário haver um aumento do financiamento do setor privado. Com informações da FolhaNews.

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MANTEGA E MEIRELLES DIVERGEM SOBRE REDUÇÃO DO COMPULSÓRIO

A redução do compulsório dos bancos provocou divergência entre os integrantes do governo. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, negou hoje que a instituição já tenha definido uma redução do recolhimento compulsório dos bancos, o dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar no Banco Central.

O compulsório fixado pelo BC hoje é de 68% sobre os depósitos à vista e de 23% sobre os depósitos a prazo. Segundo Meirelles, a medida, quando tomada, não será pré-anunciada. No entanto, na parte da manhã, o ministro do Planejamento Guido Mantega, disse que “na sua modesta opinião, já havia condições macroeconômicas suficientes para o BC reduzir o compulsório”.

O diretor de Normas Técnicas do BC, Sergio Darcy, também defendeu a redução do compulsório, mas disse que essa era uma decisão do BC e não exclusivamente sua.

Mais tarde, Meirelles afirmou que a redução do compulsório combinada com a queda da taxa básica de juros não são suficientes para a diminuição do spread bancário. Segundo ele, para que a taxa de juros cobrada pelos bancos seja reduzida é necessário haver um aumento do financiamento do setor privado. Com informações da FolhaNews.

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