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CRESCE PRESSÃO POR REDUÇÃO DO COMPULSÓRIO DOS BANCOS

O ministro do Planejamento, Guido Mantega, engrossou ontem o coro dos que defendem a diminuição dos depósitos compulsórios dos bancos. “Há condições de política monetária para se reduzir a alíquota do compulsório em breve” e favorecer a recuperação da economia, afirmou Mantega, após participar do seminário ” Como financiar o crescimento ” , promovido pelo Valor, com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban). O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, que encerrou o seminário, evitou antecipar a decisão.
O compulsório dos bancos abocanha, atualmente, 68% dos depósitos à vista, 23% dos depósitos a prazo e 30% dos depósitos na poupança, totalizando cerca de R$ 115 bilhões. O presidente da Febraban, Gabriel Jorge Ferreira, criticou os analistas que dizem que é inútil reduzir o compulsório porque já há sobra de recursos nos bancos. “A sobra de recursos decorre dos juros altos e da estagnação da economia, condições que desestimulam os tomadores”.
O seminário analisou os gargalos e alternativas de financiamento do crescimento. O Brasil tem hoje cerca de US$ 10 bilhões “em nichos de poupança” para bancar projetos prioritários, calculou Mantega. Esses “nichos”, contudo, são insuficientes para um crescimento sustentado, disse o ministro.
Um grupo de participantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) manifestou, ontem, insatisfação com a paralisia da economia. O presidente da Gradiente, Eugênio Staub, que ganhou influência no governo por ter declarado apoio a Lula na campanha eleitoral, cobrou medidas para por fim à retração no curto prazo.
Fonte: Valor Econômico

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CRESCE PRESSÃO POR REDUÇÃO DO COMPULSÓRIO DOS BANCOS

O ministro do Planejamento, Guido Mantega, engrossou ontem o coro dos que defendem a diminuição dos depósitos compulsórios dos bancos. “Há condições de política monetária para se reduzir a alíquota do compulsório em breve” e favorecer a recuperação da economia, afirmou Mantega, após participar do seminário ” Como financiar o crescimento ” , promovido pelo Valor, com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban). O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, que encerrou o seminário, evitou antecipar a decisão.

O compulsório dos bancos abocanha, atualmente, 68% dos depósitos à vista, 23% dos depósitos a prazo e 30% dos depósitos na poupança, totalizando cerca de R$ 115 bilhões. O presidente da Febraban, Gabriel Jorge Ferreira, criticou os analistas que dizem que é inútil reduzir o compulsório porque já há sobra de recursos nos bancos. “A sobra de recursos decorre dos juros altos e da estagnação da economia, condições que desestimulam os tomadores”.

O seminário analisou os gargalos e alternativas de financiamento do crescimento. O Brasil tem hoje cerca de US$ 10 bilhões “em nichos de poupança” para bancar projetos prioritários, calculou Mantega. Esses “nichos”, contudo, são insuficientes para um crescimento sustentado, disse o ministro.

Um grupo de participantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) manifestou, ontem, insatisfação com a paralisia da economia. O presidente da Gradiente, Eugênio Staub, que ganhou influência no governo por ter declarado apoio a Lula na campanha eleitoral, cobrou medidas para por fim à retração no curto prazo.

Fonte: Valor Econômico

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