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GRUPO VAI DISCUTIR COTAS PARA NEGROS EM UNIVERSIDADES

Brasília, 1/08/2003 (Agência Brasil – ABr) – O governo criou um grupo de trabalho para discutir a política de cotas para negros em universidades, formado por órgãos como o Ministério da Educação, da Justiça, Casa Civil, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Secretaria Especial para os Direitos da Mulher e Secretaria de Promoção da Igualdade Racial.

“O movimento social vem formatando proposição e o governo, agora, com a existência desse organismo, é impulsionado a acelerar a sua posição a esta política”, afirmou a ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. Segundo ela, desde a campanha, o presidente se manifesta favorável a política de cotas e o que falta, na sua opinião, é ter um acordo em relação a procedimentos para que as cotas se tornem uma política efetiva. “Vamos fazer levantamentos em relação aos números, significado da ausência da população negra nas universidades e vamos enfrentar o desafio de debater qual é a melhor forma para ampliar essa perspectiva de inclusão”, disse.

Luciana Vasconcelos

Por 15:55 Notícias

GRUPO VAI DISCUTIR COTAS PARA NEGROS EM UNIVERSIDADES

Brasília, 1/08/2003 (Agência Brasil – ABr) – O governo criou um grupo de trabalho para discutir a política de cotas para negros em universidades, formado por órgãos como o Ministério da Educação, da Justiça, Casa Civil, Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Secretaria Especial para os Direitos da Mulher e Secretaria de Promoção da Igualdade Racial.
“O movimento social vem formatando proposição e o governo, agora, com a existência desse organismo, é impulsionado a acelerar a sua posição a esta política”, afirmou a ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. Segundo ela, desde a campanha, o presidente se manifesta favorável a política de cotas e o que falta, na sua opinião, é ter um acordo em relação a procedimentos para que as cotas se tornem uma política efetiva. “Vamos fazer levantamentos em relação aos números, significado da ausência da população negra nas universidades e vamos enfrentar o desafio de debater qual é a melhor forma para ampliar essa perspectiva de inclusão”, disse.
Luciana Vasconcelos

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