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METALÚRGICOS PEDEM APOIO DA OIT PARA SUAS REIVINDICAÇÕES

Brasília, 4/8/2003 (Agência Brasil – ABr) – Dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) pediram ao presidente da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Armand Pereira, apoio da instituição para a “Jornada Nacional de Lutas por Trabalho, Salário, Terra e Direitos Sociais”, movimento de mobilização que teve inicio hoje com reivindicações que vão desde reajuste salarial à redução da jornada de trabalho.

“Neste momento em que o governo Lula coloca de forma cada vez mais urgente a necessidade de retomada do crescimento econômico com a conseqüente geração de empregos e recuperação de renda, de reafirmação de uma reforma agrária que viabilize não só o assentamento de famílias trabalhadoras mas também ofereça técnicas para que se produza, é fundamental que se promova mudanças que restituam direitos que nos foram subtraídos pelos governos anteriores e assim avançarmos na democratização das relações de trabalho”, disse o secretário de Política Sindical da CNM/CUT, Marino Vani.

Armand Pereira disse que a OIT sempre foi aliada das causas trabalhistas. “Se há sindicalistas sendo demitidos ou algum artigo da Convenção 87 que não esteja sendo cumprido, as organizações podem e devem fazer queixas formais à OIT para que se tome medidas necessárias”, lembrou.

A Confederação reivindica ainda durante a jornada, a defesa da autonomia e a liberdade sindical, um contrato coletivo nacional articulado, a proteção de representantes de trabalhadores e a organização dos trabalhadores rurais.

Cadija Tissiani

Por 17:26 Notícias

METALÚRGICOS PEDEM APOIO DA OIT PARA SUAS REIVINDICAÇÕES

Brasília, 4/8/2003 (Agência Brasil – ABr) – Dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) pediram ao presidente da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Armand Pereira, apoio da instituição para a “Jornada Nacional de Lutas por Trabalho, Salário, Terra e Direitos Sociais”, movimento de mobilização que teve inicio hoje com reivindicações que vão desde reajuste salarial à redução da jornada de trabalho.
“Neste momento em que o governo Lula coloca de forma cada vez mais urgente a necessidade de retomada do crescimento econômico com a conseqüente geração de empregos e recuperação de renda, de reafirmação de uma reforma agrária que viabilize não só o assentamento de famílias trabalhadoras mas também ofereça técnicas para que se produza, é fundamental que se promova mudanças que restituam direitos que nos foram subtraídos pelos governos anteriores e assim avançarmos na democratização das relações de trabalho”, disse o secretário de Política Sindical da CNM/CUT, Marino Vani.
Armand Pereira disse que a OIT sempre foi aliada das causas trabalhistas. “Se há sindicalistas sendo demitidos ou algum artigo da Convenção 87 que não esteja sendo cumprido, as organizações podem e devem fazer queixas formais à OIT para que se tome medidas necessárias”, lembrou.
A Confederação reivindica ainda durante a jornada, a defesa da autonomia e a liberdade sindical, um contrato coletivo nacional articulado, a proteção de representantes de trabalhadores e a organização dos trabalhadores rurais.
Cadija Tissiani

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