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ABN AMRO OBTÉM LUCRO 23% MENOR NO PRIMERO SEMESTRE

O lucro líquido do banco Real ABN Amro encolheu 23% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado. O resultado, de R$ 439 milhões, foi afetado pela desvalorização do dólar a partir do final de março, segundo Marcos Matioli Vieira, diretor executivo do banco.
A queda do dólar teve impacto negativo sobre os investimentos que o banco tem no exterior e que constituem uma forma de hedge (proteção) às oscilações do câmbio.
“Mas, quando o dólar cai, os ativos do banco lá fora se desvalorizam. Como essa perda não é dedutível dos impostos, isso causa prejuízo fiscal, afetando o lucro”, explica.
A principal fonte de receitas do Real no primeiro semestre foram as operações de crédito, que totalizaram R$ 2,8 bilhões, com crescimento de 14,2% em relação ao primeiro semestre do ano passado. “Esse é o foco do nosso negócio”, diz Matioli.
O crescimento do crédito é fruto do redirecionamento de recursos das aplicações em títulos e valores mobiliários, que caíram 20%. A carteira de títulos do banco representa hoje de 20% a 25% do total de ativos, enquanto a carteira de crédito corresponde a 59,7% dos ativos.
“Nossa meta, neste ano, é aumentar em 20% a carteira de crédito”, acrescenta Matioli.
A visão do Real, segundo ele, é que as taxas de juros e as margens de lucro do setor tendem a cair e o que vai proteger os resultados do banco é o aumento do volume de operações de crédito. “Nesse sentido, é fundamental garantir a qualidade do crédito concedido e baixos provisionamentos.”
Provisionamento é a reserva contábil feita nos balanços para cobrir perdas com a inadimplência. No semestre, o provisionamento do Real caiu de 7,2% para 6,2% da carteira de crédito.
SANDRA BALBI
da Folha de S.Paulo

Por 19:42 Sem categoria

ABN AMRO OBTÉM LUCRO 23% MENOR NO PRIMERO SEMESTRE

O lucro líquido do banco Real ABN Amro encolheu 23% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado. O resultado, de R$ 439 milhões, foi afetado pela desvalorização do dólar a partir do final de março, segundo Marcos Matioli Vieira, diretor executivo do banco.

A queda do dólar teve impacto negativo sobre os investimentos que o banco tem no exterior e que constituem uma forma de hedge (proteção) às oscilações do câmbio.

“Mas, quando o dólar cai, os ativos do banco lá fora se desvalorizam. Como essa perda não é dedutível dos impostos, isso causa prejuízo fiscal, afetando o lucro”, explica.

A principal fonte de receitas do Real no primeiro semestre foram as operações de crédito, que totalizaram R$ 2,8 bilhões, com crescimento de 14,2% em relação ao primeiro semestre do ano passado. “Esse é o foco do nosso negócio”, diz Matioli.

O crescimento do crédito é fruto do redirecionamento de recursos das aplicações em títulos e valores mobiliários, que caíram 20%. A carteira de títulos do banco representa hoje de 20% a 25% do total de ativos, enquanto a carteira de crédito corresponde a 59,7% dos ativos.

“Nossa meta, neste ano, é aumentar em 20% a carteira de crédito”, acrescenta Matioli.

A visão do Real, segundo ele, é que as taxas de juros e as margens de lucro do setor tendem a cair e o que vai proteger os resultados do banco é o aumento do volume de operações de crédito. “Nesse sentido, é fundamental garantir a qualidade do crédito concedido e baixos provisionamentos.”

Provisionamento é a reserva contábil feita nos balanços para cobrir perdas com a inadimplência. No semestre, o provisionamento do Real caiu de 7,2% para 6,2% da carteira de crédito.

SANDRA BALBI
da Folha de S.Paulo

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