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EX-DIRETORES DO BANESTADO SERÃO OUVIDOS PELA CPI

DA ASSEMBLÉIA DO PARANÁ
Curitiba, 7/8/2003 (Agência Brasil – ABr) – Os dois ex-diretores do Banestado, Ércio de Paula e Valdir Perin, suspeitos de envolvimento no esquema de envio irregular de dinheiro ao exterior através de doleiros, estão intimados pela Justiça Federal a depor, na próxima segunda-feira, na CPI da Assembléia Legislativa que apura a irregularidade. Eles prestariam o depoimento ontem(6), mas não compareceram e a ausência provocou um tumulto seguido de agressão entre o presidente da CPI, deputado Neivo Beraldin, e o advogado dos dois ex-diretores, Alessandro Silvério.
O advogado pleiteou que a sessão fosse secreta. Beraldin negou o pedido e foi acusado pelo advogado de antecipar a culpa de seus clientes. Após muito tumulto, o caso foi parar na Justiça Federal. A CPI pedia a prisão preventiva dos ex-diretores e a intimação deles para
depor. O pedido de prisão foi negado, mas prevalece a intimação para os depoimentos, sob pena de crime de desobediência.
Lúcia Nórcio

Por 14:36 Sem categoria

EX-DIRETORES DO BANESTADO SERÃO OUVIDOS PELA CPI

DA ASSEMBLÉIA DO PARANÁ

Curitiba, 7/8/2003 (Agência Brasil – ABr) – Os dois ex-diretores do Banestado, Ércio de Paula e Valdir Perin, suspeitos de envolvimento no esquema de envio irregular de dinheiro ao exterior através de doleiros, estão intimados pela Justiça Federal a depor, na próxima segunda-feira, na CPI da Assembléia Legislativa que apura a irregularidade. Eles prestariam o depoimento ontem(6), mas não compareceram e a ausência provocou um tumulto seguido de agressão entre o presidente da CPI, deputado Neivo Beraldin, e o advogado dos dois ex-diretores, Alessandro Silvério.

O advogado pleiteou que a sessão fosse secreta. Beraldin negou o pedido e foi acusado pelo advogado de antecipar a culpa de seus clientes. Após muito tumulto, o caso foi parar na Justiça Federal. A CPI pedia a prisão preventiva dos ex-diretores e a intimação deles para
depor. O pedido de prisão foi negado, mas prevalece a intimação para os depoimentos, sob pena de crime de desobediência.
Lúcia Nórcio

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