O HSBC Bank Brasil anunciou, ontem, a redução dos juros de algumas linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas, acompanhando movimento feito pelos três maiores bancos privados de capital nacional, Bradesco, Itaú e Unibanco, depois que o Banco Central anunciou, sexta-feira, a redução do recolhimento compulsório sobre depósitos à vista de 60% para 45%.
Os cortes feitos pelo HSBC variam de 0,20 a 0,40 ponto percentual nas linhas para pessoas jurídicas e de 0,35 a 0,40 ponto nas linhas para pessoas físicas.
As linhas de desconto de cheque e de recebíveis de cartões de crédito tiveram a taxa mínima reduzida em 0,20 ponto percentual, de 2,70% para 2,50% ao mês. O Bradesco é o banco que cobra o mais próximo disso, com a mínima de 2,52% ao mês. No Itaú, a mínima é 2,95%; e, no Unibanco, de 3,30%.
O HSBC cortou também a taxa do desconto de duplicata de 2,70% para 2,40% ao mês, linha em que o Bradesco cobra 2,52%; o Itaú, 2,95%; e o Unibanco, os mesmos 2,40% da filial do banco britânico. A média de mercado desse linha era de 3,78% em junho, último dado do BC.
Diminuíram também as taxas do cheque especial para pessoas jurídicas em 0,35 ponto a mínima para 3,75% e em 0,40 a máxima, para 7,85% ao mês. O diretor para pequenas e médias empresas do banco, Odair Dutra, afirmou que vem esclarecendo os clientes pessoas jurídicas – 250 mil, dos quais 220 mil são da sua área – da vantagem de trocar essa linha, que é mais cara, pelo desconto de recebíveis. O banco pode ter uma receita menor em juros, mas ganha em diluição e redução do risco, explicou.
Na área de pessoa física, a taxa do cheque especial foi cortada em 0,40 ponto, para 5,80% a mínima e 8,80% ao mês a máxima. O Bradesco cobra de 3,48% a mínima a 8,70% a máxima; o Itaú, de 3,20% a 8,9%; e o Unibanco, de 2,30% a 9,30% ao mês. A taxa média dessa linha em junho apurada pelo BC era de 8,86%.
Houve também um diminuição na taxa do crédito pessoal de 0,35 ponto percentual para 3,95% a mínima e 5,95% ao mês a máxima. Nessa linha, o Bradesco cobra 3,90% a 5,45%; o Itaú, de 3,95% a 6,25%; e o Unibanco, de 5,40% a 6,20% ao mês. A taxa média de mercado era de 5,80% ao mês em junho.
Em nota, o vice-presidente do HSBC, Emilson Alonso, disse que estava repassando para os clientes o “barateamento do custo do dinheiro”, tendência verificada nas últimas reuniões do Copom.(MCC)
Fonte: Valor Econômico
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Por Mhais• 12 de agosto de 2003• 09:32• Sem categoria
HSBC REDUZ TAXA PARA PESSOA FÍSICA E EMPRESAS
O HSBC Bank Brasil anunciou, ontem, a redução dos juros de algumas linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas, acompanhando movimento feito pelos três maiores bancos privados de capital nacional, Bradesco, Itaú e Unibanco, depois que o Banco Central anunciou, sexta-feira, a redução do recolhimento compulsório sobre depósitos à vista de 60% para 45%.
Os cortes feitos pelo HSBC variam de 0,20 a 0,40 ponto percentual nas linhas para pessoas jurídicas e de 0,35 a 0,40 ponto nas linhas para pessoas físicas.
As linhas de desconto de cheque e de recebíveis de cartões de crédito tiveram a taxa mínima reduzida em 0,20 ponto percentual, de 2,70% para 2,50% ao mês. O Bradesco é o banco que cobra o mais próximo disso, com a mínima de 2,52% ao mês. No Itaú, a mínima é 2,95%; e, no Unibanco, de 3,30%.
O HSBC cortou também a taxa do desconto de duplicata de 2,70% para 2,40% ao mês, linha em que o Bradesco cobra 2,52%; o Itaú, 2,95%; e o Unibanco, os mesmos 2,40% da filial do banco britânico. A média de mercado desse linha era de 3,78% em junho, último dado do BC.
Diminuíram também as taxas do cheque especial para pessoas jurídicas em 0,35 ponto a mínima para 3,75% e em 0,40 a máxima, para 7,85% ao mês. O diretor para pequenas e médias empresas do banco, Odair Dutra, afirmou que vem esclarecendo os clientes pessoas jurídicas – 250 mil, dos quais 220 mil são da sua área – da vantagem de trocar essa linha, que é mais cara, pelo desconto de recebíveis. O banco pode ter uma receita menor em juros, mas ganha em diluição e redução do risco, explicou.
Na área de pessoa física, a taxa do cheque especial foi cortada em 0,40 ponto, para 5,80% a mínima e 8,80% ao mês a máxima. O Bradesco cobra de 3,48% a mínima a 8,70% a máxima; o Itaú, de 3,20% a 8,9%; e o Unibanco, de 2,30% a 9,30% ao mês. A taxa média dessa linha em junho apurada pelo BC era de 8,86%.
Houve também um diminuição na taxa do crédito pessoal de 0,35 ponto percentual para 3,95% a mínima e 5,95% ao mês a máxima. Nessa linha, o Bradesco cobra 3,90% a 5,45%; o Itaú, de 3,95% a 6,25%; e o Unibanco, de 5,40% a 6,20% ao mês. A taxa média de mercado era de 5,80% ao mês em junho.
Em nota, o vice-presidente do HSBC, Emilson Alonso, disse que estava repassando para os clientes o “barateamento do custo do dinheiro”, tendência verificada nas últimas reuniões do Copom.(MCC)
Fonte: Valor Econômico
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