da Folha de S.Paulo, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, em solenidade no Palácio do Planalto, que há um “árduo caminho” até que o Brasil se torne um país mais justo. Ele não citou os exemplos de dificuldades a serem enfrentadas.
No evento de apresentação de 19 novos oficiais-generais da Marinha, Exército e Aeronáutica, Lula fez elogios às Forças Armadas, mas não mencionou em seu discurso a falta de verbas que elas enfrentam nem o caso da guerrilha do Araguaia. Recente decisão da Justiça determinou quebra de sigilo das informações oficiais sobre o conflito no regime militar.
Em maio, depois de os comandantes reclamarem ao presidente da falta de recursos, o governo desbloqueou R$ 225 milhões para as Forças Armadas dos R$ 250 milhões liberados no total.
“Um árduo caminho ainda tem de ser percorrido até que consolidemos um país mais justo. Inúmeros obstáculos ainda nos separam do Brasil ao qual o povo brasileiro aspira e pelo qual batalhamos. Nesse sentido, na superação dos obstáculos, as Forças Armadas têm importante papel a desempenhar”, disse ontem.
Para o presidente, a garantia da soberania do Brasil e a defesa do território demandam “esforço metódico e concentrado”.
“Temos, no nosso país, muito a proteger. Existem, na vastidão territorial brasileira, significativos vazios demográficos. Alguns desses vazios coincidem com áreas de fronteira e constituem espaços de difícil acesso”, afirmou.
E completou: “Além disso, a imensidão das nossas riquezas culturais é amplamente conhecida. E nela se destaca uma biodiversidade extraordinária”.
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Por Mhais• 14 de agosto de 2003• 10:41• Sem categoria
LULA VÊ “ÁRDUO CAMINHO” ATÉ PAÍS SE TORNAR JUSTO
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, em solenidade no Palácio do Planalto, que há um “árduo caminho” até que o Brasil se torne um país mais justo. Ele não citou os exemplos de dificuldades a serem enfrentadas.
No evento de apresentação de 19 novos oficiais-generais da Marinha, Exército e Aeronáutica, Lula fez elogios às Forças Armadas, mas não mencionou em seu discurso a falta de verbas que elas enfrentam nem o caso da guerrilha do Araguaia. Recente decisão da Justiça determinou quebra de sigilo das informações oficiais sobre o conflito no regime militar.
Em maio, depois de os comandantes reclamarem ao presidente da falta de recursos, o governo desbloqueou R$ 225 milhões para as Forças Armadas dos R$ 250 milhões liberados no total.
“Um árduo caminho ainda tem de ser percorrido até que consolidemos um país mais justo. Inúmeros obstáculos ainda nos separam do Brasil ao qual o povo brasileiro aspira e pelo qual batalhamos. Nesse sentido, na superação dos obstáculos, as Forças Armadas têm importante papel a desempenhar”, disse ontem.
Para o presidente, a garantia da soberania do Brasil e a defesa do território demandam “esforço metódico e concentrado”.
“Temos, no nosso país, muito a proteger. Existem, na vastidão territorial brasileira, significativos vazios demográficos. Alguns desses vazios coincidem com áreas de fronteira e constituem espaços de difícil acesso”, afirmou.
E completou: “Além disso, a imensidão das nossas riquezas culturais é amplamente conhecida. E nela se destaca uma biodiversidade extraordinária”.
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