A paralisação de 35 dias nos serviços da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) do Paraná, em Curitiba, fez com que o número de pessoas que procuram o serviço da instituição aumentasse em 30% desde segunda-feira. Entretanto, segundo o delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, o movimento deve voltar ao normal em no máximo uma semana.
Ele justificou a afirmação explicando que a greve foi apenas no atendimento ao público. “O serviço interno continuou. A expedição de carteiras de trabalho continuou sendo feita. Assim que a greve acabou, elas foram distribuídas às ruas da Cidadania, para serem entregues através da parceria que temos com o município”, ressaltou.
Serathiuk disse ainda que os fiscais da DRT não pararam. “Eles ganham por produção, por isso se entrassem em greve, não teriam salário”, revelou.
Quanto aos problemas com seguro desemprego, o delegado também disse que não são muitos. “Na verdade quem é responsável pelo seguro é o Sistema Nacional de Empregos (Sine), nós apenas atendemos os casos de recursos”, explicou.
Lawrence Manoel
Fonte: jornal O Estado do Paraná
Notícias recentes
- Preterido por Bolsonaro, Tarcísio se cala sobre candidatura de Flávio à presidência
- Ministra das Mulheres pede endurecimento das leis em meio à alta dos feminicídios
- Neste domingo, Curitiba foi às ruas contra o feminicídio e a violência
- Prazo para solicitar a devolução da contribuição termina dia 10 de dezembro
- Flávio Dino marca julgamento dos réus pelo assassinato de Marielle Franco
Comentários
Por Mhais• 18 de agosto de 2003• 10:18• Sem categoria
AOS POUCOS, ATENDIMENTO NA DRT VOLTA AO NORMAL
A paralisação de 35 dias nos serviços da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) do Paraná, em Curitiba, fez com que o número de pessoas que procuram o serviço da instituição aumentasse em 30% desde segunda-feira. Entretanto, segundo o delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, o movimento deve voltar ao normal em no máximo uma semana.
Ele justificou a afirmação explicando que a greve foi apenas no atendimento ao público. “O serviço interno continuou. A expedição de carteiras de trabalho continuou sendo feita. Assim que a greve acabou, elas foram distribuídas às ruas da Cidadania, para serem entregues através da parceria que temos com o município”, ressaltou.
Serathiuk disse ainda que os fiscais da DRT não pararam. “Eles ganham por produção, por isso se entrassem em greve, não teriam salário”, revelou.
Quanto aos problemas com seguro desemprego, o delegado também disse que não são muitos. “Na verdade quem é responsável pelo seguro é o Sistema Nacional de Empregos (Sine), nós apenas atendemos os casos de recursos”, explicou.
Lawrence Manoel
Fonte: jornal O Estado do Paraná
Deixe um comentário