CAMILO TOSCANO
da Folha Online, em Brasília
Para assegurar que o texto da reforma previdenciária não sofra mais alterações quando chegar ao Senado, o PT ficará com a relatoria da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde a proposta será primeiramente analisada antes de ir ao plenário. A relatoria, inclusive, ficará a cargo do próprio líder do partido na Casa, Tião Viana (AC).
A Folha Online apurou que o convite para que Viana redija o parecer sobre a proposta foi oficializado ontem, num telefonema do líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP). Viana teria aceito.
Inicialmente chegou-se a cogitar que o relator fosse um senador do PMDB. No entanto, o governo temeu que a nomeação de um congressista que não fosse do PT pudesse dar margem para a abertura de novas negociações na reforma.
Caso seja modificada pelos senadores, a reforma voltará para nova análise na Câmara. Mas se avalizada na comissão, seguirá para votação em dois turnos no plenário. A proposta deverá sair da Câmara no início da próxima semana, quando será votada em segundo turno.
Após diversos ajustes no texto na Câmara, o governo não admite novas concessões na previdenciária no Senado, com o argumento de que seja respeitado um acordo, no qual os senadores negociarão a tributária.
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Por Mhais• 19 de agosto de 2003• 10:44• Sem categoria
PT FICA COM RELATORIA DA REFORMA PREVIDENCIÁRIA NO SENADO
CAMILO TOSCANO
da Folha Online, em Brasília
Para assegurar que o texto da reforma previdenciária não sofra mais alterações quando chegar ao Senado, o PT ficará com a relatoria da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde a proposta será primeiramente analisada antes de ir ao plenário. A relatoria, inclusive, ficará a cargo do próprio líder do partido na Casa, Tião Viana (AC).
A Folha Online apurou que o convite para que Viana redija o parecer sobre a proposta foi oficializado ontem, num telefonema do líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP). Viana teria aceito.
Inicialmente chegou-se a cogitar que o relator fosse um senador do PMDB. No entanto, o governo temeu que a nomeação de um congressista que não fosse do PT pudesse dar margem para a abertura de novas negociações na reforma.
Caso seja modificada pelos senadores, a reforma voltará para nova análise na Câmara. Mas se avalizada na comissão, seguirá para votação em dois turnos no plenário. A proposta deverá sair da Câmara no início da próxima semana, quando será votada em segundo turno.
Após diversos ajustes no texto na Câmara, o governo não admite novas concessões na previdenciária no Senado, com o argumento de que seja respeitado um acordo, no qual os senadores negociarão a tributária.
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