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BANQUEIROS OFERECEM SÓ 1% A MAIS

(São Paulo) Apesar de iniciarem as negociações de hoje com o espírito de “fechar acordo”, afirmando que pretendiam mudar a proposta, os banqueiros não ficaram nem vermelhos ao propor 1% a mais do que a proposta anterior. Dos 9% que gerou a indignação em toda a categoria e levou os bancários a realizarem grandes mobilizações no dia 28 passado, o índice dos banqueiros passou para 10%. Diante da proposta, os bancários resolveram paralisar as atividades nesta quinta-feira.

O valor oferecido pelos banqueiros ainda está longe de recompor a inflação que tem corroído o poder de compra dos salários e que foi registrado pelo INPC em 18%. Contrariando a determinação dos bancários de não trabalhar com o abono, os banqueiros ofereceram correção de 10% sobre o valor pago no ano passado de R$ 1.200 para R$ 1.320.

A Executiva Nacional dos Bancários rejeitou a proposta e afirmou que a política de abono é altamente prejudicial à categoria, pois causa o achatamento e perda do poder de compra. “O abono, na verdade, fica com o banco. Só serve para o bancário pagar as suas dívidas. O que precisamos é de aumento real de salário”, explicou Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT.

Para ele, é um absurdo que um setor com tanta lucratividade não reponha ao menos a inflação do período. “O que precisamos agora é mobilizar a categoria para conseguir melhorar os salários. Nós orientamos que os sindicatos façam um trabalho na base nesta terça e quarta-feira para que na quinta façamos o nosso Dia Nacional de Luta”, finalizou Vagner.

Veja o calendário definido pela Executiva após a negociação de hoje:

Dia 2 – valorização dos clientes
Dias 2 e 3 – discutir a proposta nas agências e mobilizar a categoria
Dia 4 – Dia Nacional de Luta, com paralisações, e o Grito dos Excluídos
Dia 5 – repercussão das atividades nas agências
Dia 8 – reunião da Executiva às 10h e negociação com a Fenaban às 15h

Fonte: Meire Bicudo – CNB/CUT

Por 20:11 Notícias

BANQUEIROS OFERECEM SÓ 1% A MAIS

(São Paulo) Apesar de iniciarem as negociações de hoje com o espírito de “fechar acordo”, afirmando que pretendiam mudar a proposta, os banqueiros não ficaram nem vermelhos ao propor 1% a mais do que a proposta anterior. Dos 9% que gerou a indignação em toda a categoria e levou os bancários a realizarem grandes mobilizações no dia 28 passado, o índice dos banqueiros passou para 10%. Diante da proposta, os bancários resolveram paralisar as atividades nesta quinta-feira.
O valor oferecido pelos banqueiros ainda está longe de recompor a inflação que tem corroído o poder de compra dos salários e que foi registrado pelo INPC em 18%. Contrariando a determinação dos bancários de não trabalhar com o abono, os banqueiros ofereceram correção de 10% sobre o valor pago no ano passado de R$ 1.200 para R$ 1.320.
A Executiva Nacional dos Bancários rejeitou a proposta e afirmou que a política de abono é altamente prejudicial à categoria, pois causa o achatamento e perda do poder de compra. “O abono, na verdade, fica com o banco. Só serve para o bancário pagar as suas dívidas. O que precisamos é de aumento real de salário”, explicou Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT.
Para ele, é um absurdo que um setor com tanta lucratividade não reponha ao menos a inflação do período. “O que precisamos agora é mobilizar a categoria para conseguir melhorar os salários. Nós orientamos que os sindicatos façam um trabalho na base nesta terça e quarta-feira para que na quinta façamos o nosso Dia Nacional de Luta”, finalizou Vagner.
Veja o calendário definido pela Executiva após a negociação de hoje:
Dia 2 – valorização dos clientes
Dias 2 e 3 – discutir a proposta nas agências e mobilizar a categoria
Dia 4 – Dia Nacional de Luta, com paralisações, e o Grito dos Excluídos
Dia 5 – repercussão das atividades nas agências
Dia 8 – reunião da Executiva às 10h e negociação com a Fenaban às 15h
Fonte: Meire Bicudo – CNB/CUT

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