da Folha de S.Paulo, em Brasília
da Agência Folha
Na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a partidarização da máquina pública não ficou restrita à Esplanada dos Ministérios. Alcançou também as instituições financeiras estatais. Foram ao balcão cargos de direção do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.
Levantamento realizado pela Folha nas últimas semanas constatou que o organograma dos bancos oficiais encontra-se apinhado de petistas, sindicalistas e apadrinhados de políticos governistas. Sob a alegada “competência técnica” dos nomeados, oculta-se, na maior parte dos casos, a digital de um político.
Contemplaram-se de parlamentares notáveis –o senador José Sarney (PMDB-AP), por exemplo– a integrantes do chamado “baixo clero” congressual –como a deputada Kelly Moraes (PTB-RS). O agraciamento a petistas foi da São Paulo da prefeita Marta Suplicy ao Acre do governador Jorge Viana.
Em meio a tantas mudanças, há casos como o de Carlos Wengerkievicz. Chefiava um Escritório de Negócios da Caixa em Florianópolis (SC). Zeloso cumpridor de metas, ocupou o topo do ranking de eficiência do banco. Foi substituído por Pedro Daniel Rudolfo. Apadrinhou-o o suplente de deputado estadual Vânio dos Santos, do PT catarinense. Ouvidas, as instituições sustentam que as nomeações são guiadas pela técnica.
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Por Mhais• 29 de setembro de 2003• 10:59• Sem categoria
LOTEAMENTO DE CARGOS CRESCE E CHEGA AOS BANCOS ESTATAIS
da Folha de S.Paulo, em Brasília
da Agência Folha
Na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a partidarização da máquina pública não ficou restrita à Esplanada dos Ministérios. Alcançou também as instituições financeiras estatais. Foram ao balcão cargos de direção do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.
Levantamento realizado pela Folha nas últimas semanas constatou que o organograma dos bancos oficiais encontra-se apinhado de petistas, sindicalistas e apadrinhados de políticos governistas. Sob a alegada “competência técnica” dos nomeados, oculta-se, na maior parte dos casos, a digital de um político.
Contemplaram-se de parlamentares notáveis –o senador José Sarney (PMDB-AP), por exemplo– a integrantes do chamado “baixo clero” congressual –como a deputada Kelly Moraes (PTB-RS). O agraciamento a petistas foi da São Paulo da prefeita Marta Suplicy ao Acre do governador Jorge Viana.
Em meio a tantas mudanças, há casos como o de Carlos Wengerkievicz. Chefiava um Escritório de Negócios da Caixa em Florianópolis (SC). Zeloso cumpridor de metas, ocupou o topo do ranking de eficiência do banco. Foi substituído por Pedro Daniel Rudolfo. Apadrinhou-o o suplente de deputado estadual Vânio dos Santos, do PT catarinense. Ouvidas, as instituições sustentam que as nomeações são guiadas pela técnica.
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