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LULA AOS BANCOS: “POBRE PAGA EM DIA E NÃO FOGE”

Gazeta do Povo
Lula pede a bancos mais crédito para os pobres
Brasília (AE) – Em discurso de improviso ontem, na abertura do 3.º Fórum Internacional de Microcrédito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo aos bancos para que aumentem o volume de crédito. Lula sugeriu aos bancos que não fiquem guardando o dinheiro que têm nos cofres, mas que o coloquem em circulação, porque “ele vai virar consumo, o consumo vai gerar emprego no comércio, que vai gerar emprego na indústria, que vai gerar mais consumo e nós vamos fazer a roda da sociedade funcionar, fazendo com que todos possam ter dinheiro para consumir aquilo de que precisam”.
O presidente disse ainda que ninguém deve se preocupar ao emprestar aos pobres. “Ao contrário de alguns, que tomam e não pagam e ainda vão para a Justiça para dizer que não pagam, pobre não dá calote, pobre paga e paga em dia e, quando não puder pagar, vai comunicar a vocês que não pode pagar; não vai fugir, não, até porque não tem para onde fugir.” O seminário contou com a participação da rainha Sofia, da Espanha, que é presidente de honra da organização Women Together, uma das promotoras do evento. “O microcrédito é uma formidável ferramenta de trabalho e progresso”, disse a rainha. “Mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, graças ao microcrédito, estão conseguindo sair da indignidade da pobreza.”
No seu pronunciamento, Lula afirmou que o dinheiro existe para entrar em circulação, também pelas mãos da parte mais humilde da população, principalmente no mundo excludente como o que nós estamos vivendo hoje.
Empresários do setor de microcrédito cobraram ontem do governo medidas prometidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para incentivar esse tipo de empréstimo a microempreendedores. E condenaram a política do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de condicionar o repasse da linha de microcrédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a uma taxa de juros final de 2% ao mês. “A maioria dos especialistas estima que o Brasil tem de 10 a 15 milhões de pequenos empreendedores que precisam do microcrédito”, disse o diretor do instituto boliviano Políticas para a Microempresa, Pancho Otero.

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LULA AOS BANCOS: “POBRE PAGA EM DIA E NÃO FOGE”

Gazeta do Povo
Lula pede a bancos mais crédito para os pobres

Brasília (AE) – Em discurso de improviso ontem, na abertura do 3.º Fórum Internacional de Microcrédito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo aos bancos para que aumentem o volume de crédito. Lula sugeriu aos bancos que não fiquem guardando o dinheiro que têm nos cofres, mas que o coloquem em circulação, porque “ele vai virar consumo, o consumo vai gerar emprego no comércio, que vai gerar emprego na indústria, que vai gerar mais consumo e nós vamos fazer a roda da sociedade funcionar, fazendo com que todos possam ter dinheiro para consumir aquilo de que precisam”.

O presidente disse ainda que ninguém deve se preocupar ao emprestar aos pobres. “Ao contrário de alguns, que tomam e não pagam e ainda vão para a Justiça para dizer que não pagam, pobre não dá calote, pobre paga e paga em dia e, quando não puder pagar, vai comunicar a vocês que não pode pagar; não vai fugir, não, até porque não tem para onde fugir.” O seminário contou com a participação da rainha Sofia, da Espanha, que é presidente de honra da organização Women Together, uma das promotoras do evento. “O microcrédito é uma formidável ferramenta de trabalho e progresso”, disse a rainha. “Mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, graças ao microcrédito, estão conseguindo sair da indignidade da pobreza.”

No seu pronunciamento, Lula afirmou que o dinheiro existe para entrar em circulação, também pelas mãos da parte mais humilde da população, principalmente no mundo excludente como o que nós estamos vivendo hoje.

Empresários do setor de microcrédito cobraram ontem do governo medidas prometidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para incentivar esse tipo de empréstimo a microempreendedores. E condenaram a política do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de condicionar o repasse da linha de microcrédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) a uma taxa de juros final de 2% ao mês. “A maioria dos especialistas estima que o Brasil tem de 10 a 15 milhões de pequenos empreendedores que precisam do microcrédito”, disse o diretor do instituto boliviano Políticas para a Microempresa, Pancho Otero.

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