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Por 10:25 Notícias

FUNCIONÁRIOS DO BRB EXIGEM ACORDO DA FENABAN E ANUNCIAM GREVE

Correio Braziliense – Luís Osvaldo Grossmann
Ainda às voltas com a greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal, que decidiram manter a paralisação, o governo pode enfrentar agora a suspensão das atividades dos petroleiros por 72 horas. Em reunião com a direção da Petrobras, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que a categoria vai parar caso não receba uma nova proposta da estatal até o meio-dia de hoje. No Distrito Federal, os bancários do BRB também ameaçam entrar em greve a partir de amanhã.
A greve no BRB já foi aprovada em assembléia realizada na terça-feira, mas a data da paralisação ficou suspensa até uma manifestação da direção do banco. Ontem, o BRB ofereceu um reajuste de 8% no salário base, mais 4% sobre as gratificações, além de um abono de R$ 1 mil. ‘‘Queremos o que prevê a convenção nacional dos bancários, mas a proposta do BRB está muito abaixo disso’’, diz o diretor jurídico do sindicato dos bancários de Brasília e coordenador da negociação, Vanderley Barbosa.
Essa convenção é o acordo feito entre bancários e bancos privados, que prevê reajuste de 12,6%, abono de R$ 1,5 mil e participação nos lucros. Na reunião de negociação o BRB avisou que pode tentar um dissídio no Tribunal Superior do Trabalho. O sindicato afirma que se o banco não apresentar nova proposta, começará a greve amanhã. Ontem, o deputado distrital Augusto Carvalho (PPS) e o senador Paulo Octávio (PFL) foram à governadora em exercício, Maria Abadia, para defender um acordo sem greve. Hoje eles se encontram com o presidente do BRB.
O acordo dos bancos privados é também o que os bancários da Caixa consideram como proposta mínima para suspender o movimento iniciado na semana passada. Banco e funcionários fizeram uma nova reunião ontem, mas não chegaram a um acordo. ‘‘Não vai ser no primeiro ano que vamos conseguir repor todas as perdas do passado’’, diz o vice-presidente de Recursos Humanos da Caixa, Paulo Bretas. As negociações continuam hoje. Enquanto isso, a greve prossegue.
Entre os petroleiros, o clima também é de insatisfação. Eles aprovaram uma paralisação de 72 horas em assembléias realizadas na semana passada nos 16 estados onde há atividades da Petrobras. A estatal ofereceu 10,7% de reajuste, mais uma subida de nível na carreira de todos os empregados e calcula, assim, que o aumento chegaria a 15,13%. Os petroleiros querem 22,3%.
‘‘Enquanto dirigente da companhia, acho que a proposta é boa’’, defende o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra. O coordenador da FUP, Antonio Carrara, entende que a subida de nível é direito certo de 70% dos funcionários a cada ano. ‘‘A gente não abre mão de pelo menos os 15,5% de reposição da inflação. Direito ao nível já temos’’, afirma.

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FUNCIONÁRIOS DO BRB EXIGEM ACORDO DA FENABAN E ANUNCIAM GREVE

Correio Braziliense – Luís Osvaldo Grossmann

Ainda às voltas com a greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal, que decidiram manter a paralisação, o governo pode enfrentar agora a suspensão das atividades dos petroleiros por 72 horas. Em reunião com a direção da Petrobras, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que a categoria vai parar caso não receba uma nova proposta da estatal até o meio-dia de hoje. No Distrito Federal, os bancários do BRB também ameaçam entrar em greve a partir de amanhã.

A greve no BRB já foi aprovada em assembléia realizada na terça-feira, mas a data da paralisação ficou suspensa até uma manifestação da direção do banco. Ontem, o BRB ofereceu um reajuste de 8% no salário base, mais 4% sobre as gratificações, além de um abono de R$ 1 mil. ‘‘Queremos o que prevê a convenção nacional dos bancários, mas a proposta do BRB está muito abaixo disso’’, diz o diretor jurídico do sindicato dos bancários de Brasília e coordenador da negociação, Vanderley Barbosa.

Essa convenção é o acordo feito entre bancários e bancos privados, que prevê reajuste de 12,6%, abono de R$ 1,5 mil e participação nos lucros. Na reunião de negociação o BRB avisou que pode tentar um dissídio no Tribunal Superior do Trabalho. O sindicato afirma que se o banco não apresentar nova proposta, começará a greve amanhã. Ontem, o deputado distrital Augusto Carvalho (PPS) e o senador Paulo Octávio (PFL) foram à governadora em exercício, Maria Abadia, para defender um acordo sem greve. Hoje eles se encontram com o presidente do BRB.

O acordo dos bancos privados é também o que os bancários da Caixa consideram como proposta mínima para suspender o movimento iniciado na semana passada. Banco e funcionários fizeram uma nova reunião ontem, mas não chegaram a um acordo. ‘‘Não vai ser no primeiro ano que vamos conseguir repor todas as perdas do passado’’, diz o vice-presidente de Recursos Humanos da Caixa, Paulo Bretas. As negociações continuam hoje. Enquanto isso, a greve prossegue.

Entre os petroleiros, o clima também é de insatisfação. Eles aprovaram uma paralisação de 72 horas em assembléias realizadas na semana passada nos 16 estados onde há atividades da Petrobras. A estatal ofereceu 10,7% de reajuste, mais uma subida de nível na carreira de todos os empregados e calcula, assim, que o aumento chegaria a 15,13%. Os petroleiros querem 22,3%.

‘‘Enquanto dirigente da companhia, acho que a proposta é boa’’, defende o presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra. O coordenador da FUP, Antonio Carrara, entende que a subida de nível é direito certo de 70% dos funcionários a cada ano. ‘‘A gente não abre mão de pelo menos os 15,5% de reposição da inflação. Direito ao nível já temos’’, afirma.

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