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A CNB/CUT (Confederação Nacional dos Bancários), assessorada pela CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados), esteve reunida ontem com representantes da Caixa Econômica Federal, em Brasília. O encontro foi agendado para tratar da redação das cláusulas do acordo coletivo a ser assinado entre a representação dos empregados e a direção da empresa. Esse trabalho prossegue hoje.
Durante a reunião de ontem, a CEE/Caixa deixou claro que não descontar os dias de greve e o pagamento da primeira parcela da PLR (participação nos lucros e resultados) nos parâmetros da Convenção Coletiva Nacional da categoria bancária, cujo percentual acertado em mesa de negociação é de 50%, são questões preliminares para a viabilização da assinatura do acordo. Esclareceu, em seguida, que o não desconto dos dias parados foi um dos fatores que determinaram a aceitação pelas assembléias da proposta de acordo apresentada pela Caixa, em 22 de outubro, quando a empresa informou que o termo “não penalizar” incluía também não descontar os dias parados. No encontro de ontem com a CEE/Caixa, os representantes da Caixa reiteraram o compromisso de não penalizar os seus trabalhadores.
As dúvidas sobre o não desconto dos dias parados foram provocadas por comunicado da área de RH, na última sexta-feira, orientando as gerências a procederem o desconto dos dias parados na marcação do ponto. Indagada pela CNB/CUT a esse respeito, a Caixa esclareceu que se tratava de um procedimento formal, cujo objetivo era garantir o acesso dos empregados ao Sipon (Sistema de Ponto Eletrônico).
Na mensagem que divulgou ontem, logo após a reunião com a empresa, a CEE/Caixa orienta as entidades sindicais a esclarecerem suas bases de que o compromisso firmado pela Caixa de não penalizar seus empregados implica em não descontar os dias de greve. “Esta é uma exigência que vem sendo feita pela CEE/Caixa, pela Executiva Nacional dos Bancários e pela CNB/CUT, devendo ser reforçada pelos sindicatos em suas bases”, conclui a mensagem da Comissão Executiva dos Empregados.
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Por Mhais• 29 de outubro de 2003• 12:32• Sem categoria
TRABALHO DE REDAÇÃO DO ACORDO NA CAIXA PROSSEGUE HOJE
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A CNB/CUT (Confederação Nacional dos Bancários), assessorada pela CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados), esteve reunida ontem com representantes da Caixa Econômica Federal, em Brasília. O encontro foi agendado para tratar da redação das cláusulas do acordo coletivo a ser assinado entre a representação dos empregados e a direção da empresa. Esse trabalho prossegue hoje.
Durante a reunião de ontem, a CEE/Caixa deixou claro que não descontar os dias de greve e o pagamento da primeira parcela da PLR (participação nos lucros e resultados) nos parâmetros da Convenção Coletiva Nacional da categoria bancária, cujo percentual acertado em mesa de negociação é de 50%, são questões preliminares para a viabilização da assinatura do acordo. Esclareceu, em seguida, que o não desconto dos dias parados foi um dos fatores que determinaram a aceitação pelas assembléias da proposta de acordo apresentada pela Caixa, em 22 de outubro, quando a empresa informou que o termo “não penalizar” incluía também não descontar os dias parados. No encontro de ontem com a CEE/Caixa, os representantes da Caixa reiteraram o compromisso de não penalizar os seus trabalhadores.
As dúvidas sobre o não desconto dos dias parados foram provocadas por comunicado da área de RH, na última sexta-feira, orientando as gerências a procederem o desconto dos dias parados na marcação do ponto. Indagada pela CNB/CUT a esse respeito, a Caixa esclareceu que se tratava de um procedimento formal, cujo objetivo era garantir o acesso dos empregados ao Sipon (Sistema de Ponto Eletrônico).
Na mensagem que divulgou ontem, logo após a reunião com a empresa, a CEE/Caixa orienta as entidades sindicais a esclarecerem suas bases de que o compromisso firmado pela Caixa de não penalizar seus empregados implica em não descontar os dias de greve. “Esta é uma exigência que vem sendo feita pela CEE/Caixa, pela Executiva Nacional dos Bancários e pela CNB/CUT, devendo ser reforçada pelos sindicatos em suas bases”, conclui a mensagem da Comissão Executiva dos Empregados.
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