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BB E CEF DECIDEM COMPARTILHAR REDE DE AUTO-ATENDIMENTO

Valor Econômico – Claudia Safatle
O Banco do Brasil começa, em janeiro, a compartilhar com a Caixa Econômica Federal as redes de auto-atendimento externo, principalmente em shoppings e aeroportos. Segundo o vice-presidente de Varejo e Distribuição do BB, Edson Machado Monteiro, porém, essa experiência – que deve resultar numa significativa redução de custos – não será feita exclusivamente com a CEF. O BB já está conversando com diversas outras instituições bancárias – Bradesco, ABN-Amro, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, entre outros, o uso comum dos caixas eletrônicos – tal como permite hoje a rede do Banco 24 horas.
Com essa iniciativa, os bancos vão conseguir baixar os custos com aluguel de espaço e com os sistemas de manutenção, abastecimento e segurança. Não se pensa, nesse momento, em uso compartilhado da rede de agências ou casas lotéricas. “Isso pode ser um projeto de longo prazo”, avalia o vice-presidente do BB, que, a rigor, considera esse passo adiante bem mais difícil, na medida que cada banco tem seu corpo funcional e uma clientela que exige tratamento especial, mais personalizado.
O sistema de integração das redes externas de auto-atendimento está sendo desenvolvido pela Cobra – empresa de informática do Banco do Brasil, que vai viabilizar os projetos pilotos a partir de janeiro. Faz parte da segunda etapa do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB) uma integração da prestação de serviços bancários e esse projeto já será uma “preparação” para essa nova rodada de mudanças concebidas pelo SPB.
Também para reduzir custos, BB e Caixa Econômica começaram a fazer licitação conjunta para compra de material de uso comum, como de papel, bobinas e outros. Só com esse ganho de escala as duas instituições estimam ter feito uma economia de cerca de R$ 15 milhões.
Monteiro, que também é responsável pela concessão de crédito para pequenas empresas por meio do “giro-rápido”, informou que ontem o Banco do Brasil chegou à marca de atendimento de 500 mil pequenas empresas, que dispõem, no momento, de R$ 5,6 bilhões em recursos nesse sistema de crédito rotativo. Isso corresponde a cerca de R$ 11 mil por empresa, a juros de 2,96% ao mês e prazo de 12 meses para pagar. Como esse é um crédito sem garantia e que pode ser feito sem qualquer burocracia, inclusive pela internet, Monteiro não considera o juro mensal elevado, já que o giro-rápido corresponderia a uma espécie de cheque especial para pequenas empresas.

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BB E CEF DECIDEM COMPARTILHAR REDE DE AUTO-ATENDIMENTO

Valor Econômico – Claudia Safatle

O Banco do Brasil começa, em janeiro, a compartilhar com a Caixa Econômica Federal as redes de auto-atendimento externo, principalmente em shoppings e aeroportos. Segundo o vice-presidente de Varejo e Distribuição do BB, Edson Machado Monteiro, porém, essa experiência – que deve resultar numa significativa redução de custos – não será feita exclusivamente com a CEF. O BB já está conversando com diversas outras instituições bancárias – Bradesco, ABN-Amro, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, entre outros, o uso comum dos caixas eletrônicos – tal como permite hoje a rede do Banco 24 horas.

Com essa iniciativa, os bancos vão conseguir baixar os custos com aluguel de espaço e com os sistemas de manutenção, abastecimento e segurança. Não se pensa, nesse momento, em uso compartilhado da rede de agências ou casas lotéricas. “Isso pode ser um projeto de longo prazo”, avalia o vice-presidente do BB, que, a rigor, considera esse passo adiante bem mais difícil, na medida que cada banco tem seu corpo funcional e uma clientela que exige tratamento especial, mais personalizado.

O sistema de integração das redes externas de auto-atendimento está sendo desenvolvido pela Cobra – empresa de informática do Banco do Brasil, que vai viabilizar os projetos pilotos a partir de janeiro. Faz parte da segunda etapa do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SPB) uma integração da prestação de serviços bancários e esse projeto já será uma “preparação” para essa nova rodada de mudanças concebidas pelo SPB.

Também para reduzir custos, BB e Caixa Econômica começaram a fazer licitação conjunta para compra de material de uso comum, como de papel, bobinas e outros. Só com esse ganho de escala as duas instituições estimam ter feito uma economia de cerca de R$ 15 milhões.

Monteiro, que também é responsável pela concessão de crédito para pequenas empresas por meio do “giro-rápido”, informou que ontem o Banco do Brasil chegou à marca de atendimento de 500 mil pequenas empresas, que dispõem, no momento, de R$ 5,6 bilhões em recursos nesse sistema de crédito rotativo. Isso corresponde a cerca de R$ 11 mil por empresa, a juros de 2,96% ao mês e prazo de 12 meses para pagar. Como esse é um crédito sem garantia e que pode ser feito sem qualquer burocracia, inclusive pela internet, Monteiro não considera o juro mensal elevado, já que o giro-rápido corresponderia a uma espécie de cheque especial para pequenas empresas.

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