Estadão
Brasília – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse hoje que ainda é prematuro prever quando haverá uma queda na taxa recorde de desemprego do Brasil. Segundo ele, o aumento da oferta de postos de trabalho será conseqüência do da retomada do crescimento que o País já está começando a viver. “À medida que a produção aumenta, há maior ocupação da capacidade instalada, mais investimentos e aí sim teremos a retomada do nível de emprego”, disse Meirelles, após participar de reunião de duas horas com o grupo de acompanhamento da conjuntura econômica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
O secretário do CDES, ministro Tarso Genro, afirmou que “somente em 2004, quando o País voltar a crescer à taxa de 3% ao ano, o emprego vai aparecer com mais facilidade”. Na avaliação dele, “este ano vão aparecer os primeiros sinais da retomada”. Segundo ele, a opinião que prevalece entre os conselheiros é a de que as condições para o País voltar a crescer estão dadas, mas admite que “nem todos os setores pensam da mesma forma”.
Hoje, após ouvir a exposição do presidente do BC sobre as conquistas na esfera econômica este ano e as perspectivas para 2004, alguns conselheiros saíram lamentando a falta de definição de uma política industrial, considerada fundamental para que o setor produtivo comece a pensar em desengavetar projetos novos de investimentos. “Faltou discutir como resolver o problema da política de desenvolvimento. Principalmente a questão política industrial, que passa necessariamente pelas taxas de juros e câmbio”, afirmou Carlos Roberto de Castro, presidente do Conselho Federal de Economia.
Sheila D´Amorim
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Por Mhais• 4 de novembro de 2003• 09:34• Sem categoria
BC NÃO DÁ PRAZO PARA QUEDA DO DESEMPREGO
Estadão
Brasília – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse hoje que ainda é prematuro prever quando haverá uma queda na taxa recorde de desemprego do Brasil. Segundo ele, o aumento da oferta de postos de trabalho será conseqüência do da retomada do crescimento que o País já está começando a viver. “À medida que a produção aumenta, há maior ocupação da capacidade instalada, mais investimentos e aí sim teremos a retomada do nível de emprego”, disse Meirelles, após participar de reunião de duas horas com o grupo de acompanhamento da conjuntura econômica do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
O secretário do CDES, ministro Tarso Genro, afirmou que “somente em 2004, quando o País voltar a crescer à taxa de 3% ao ano, o emprego vai aparecer com mais facilidade”. Na avaliação dele, “este ano vão aparecer os primeiros sinais da retomada”. Segundo ele, a opinião que prevalece entre os conselheiros é a de que as condições para o País voltar a crescer estão dadas, mas admite que “nem todos os setores pensam da mesma forma”.
Hoje, após ouvir a exposição do presidente do BC sobre as conquistas na esfera econômica este ano e as perspectivas para 2004, alguns conselheiros saíram lamentando a falta de definição de uma política industrial, considerada fundamental para que o setor produtivo comece a pensar em desengavetar projetos novos de investimentos. “Faltou discutir como resolver o problema da política de desenvolvimento. Principalmente a questão política industrial, que passa necessariamente pelas taxas de juros e câmbio”, afirmou Carlos Roberto de Castro, presidente do Conselho Federal de Economia.
Sheila D´Amorim
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