Estadão
São Paulo – Os metalúrgicos da Volkswagen de São Bernardo do Campo, na região do Grande ABCD, rejeitaram nesta manhã uma nova proposta de reajuste salarial apresentada pela montadora. Representantes da empresa se reuniram por cerca de oito horas, durante a madrugada desta quarta-feira, com o pessoal do sindicato para formular uma nova oferta. O encontro terminou às 5 horas, mas nem a empresa nem o sindicato informaram os temas discutidos. Com a manutenção da paralisação, mais de 14 mil funcionários da unidade de São Bernardo vão continuar de braços cruzados. A greve entrou hoje no oitavo dia.
Os metalúrgicos das fábricas da Volks de Taubaté e de São Carlos, no interior de São Paulo, deverão seguir a decisão dos colegas do ABC. Os funcionários querem a reposição integral da inflação, ou seja, 15,7% mais 2% de aumento real, além da manutenção da estabilidade de emprego para os quase quatro mil empregados considerados excedentes nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. O índice de reajuste concedido em outras montadoras da região, como Ford, Scania e Mercedes-Benz, foi de 18,01%.
Paulo R. Zulino
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Por Mhais• 5 de novembro de 2003• 10:18• Sem categoria
METALÚRGICOS DA VOLKS DECIDEM CONTINUAR EM GREVE
Estadão
São Paulo – Os metalúrgicos da Volkswagen de São Bernardo do Campo, na região do Grande ABCD, rejeitaram nesta manhã uma nova proposta de reajuste salarial apresentada pela montadora. Representantes da empresa se reuniram por cerca de oito horas, durante a madrugada desta quarta-feira, com o pessoal do sindicato para formular uma nova oferta. O encontro terminou às 5 horas, mas nem a empresa nem o sindicato informaram os temas discutidos. Com a manutenção da paralisação, mais de 14 mil funcionários da unidade de São Bernardo vão continuar de braços cruzados. A greve entrou hoje no oitavo dia.
Os metalúrgicos das fábricas da Volks de Taubaté e de São Carlos, no interior de São Paulo, deverão seguir a decisão dos colegas do ABC. Os funcionários querem a reposição integral da inflação, ou seja, 15,7% mais 2% de aumento real, além da manutenção da estabilidade de emprego para os quase quatro mil empregados considerados excedentes nas fábricas de São Bernardo e Taubaté. O índice de reajuste concedido em outras montadoras da região, como Ford, Scania e Mercedes-Benz, foi de 18,01%.
Paulo R. Zulino
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