CBN
Eduardo Ribeiro
Foram quase oito meses de busca por documentos, viagens, depoimentos e informações sobre operações irregulares que deram prejuízo aos cofres do estado. Perdas que quase fizeram o governo privatizar a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) em 2001. A CPI aberta na Assembléia Legislativa para apurar o assunto discute na próxima segunda-feira o relatório final da comissão. O documento deve trazer uma síntese das irregularidades, pedidos de punição e sugestões à companhia e ao governo. Entre as sugestões técnicas, que vão seguir mais tarde ao Ministério Público, estão a criação de uma ouvidoria e uma obrigatoriedade. Que todas as novas parcerias das empresa tenham que passar pelo crivo dos deputados. No âmbito político, a principal recomendação não agrada a todos os deputados. Votar mais uma vez o projeto de iniciativa popular que proíbe a venda da Copel. Segundo o relator da CPI, deputado Ratinho Júnior (PPS), a assembléia deve essa garantia à população.
A votação do projeto aconteceu em agosto de 2001. Com maioria na Assembléia, o governo conseguiu derrubar a proposta e ficou autorizado a vender a Copel. A autorização vigora até hoje mas o Tribunal de Justiça determinou esse ano que o Legislativo volte a votar o assunto. Na compreensão do Tribunal a votação foi repleta de irregularidades. O presidente da AL, Hermas Brandão, já disse que não tem interesse em refazer a votação. A CPI da Copel foi dividida em quatro módulos: o primeiro sobre as parcerias da empresa. O caso mais relevante foi o da Usina Elétrica à gás de Araucária). O segundo foi a compra irregular de créditos de ICMS, como o caso Olvepar. o terceiro módulo tratou da relação entre Copel e Sercomtel. E o último investigou transações entre a companhia e suas subsidiárias.
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Por Mhais• 12 de novembro de 2003• 10:16• Sem categoria
CPI VAI PEDIR NOVA VOTAÇÃO DA VENDA DA COPEL
CBN
Eduardo Ribeiro
Foram quase oito meses de busca por documentos, viagens, depoimentos e informações sobre operações irregulares que deram prejuízo aos cofres do estado. Perdas que quase fizeram o governo privatizar a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) em 2001. A CPI aberta na Assembléia Legislativa para apurar o assunto discute na próxima segunda-feira o relatório final da comissão. O documento deve trazer uma síntese das irregularidades, pedidos de punição e sugestões à companhia e ao governo. Entre as sugestões técnicas, que vão seguir mais tarde ao Ministério Público, estão a criação de uma ouvidoria e uma obrigatoriedade. Que todas as novas parcerias das empresa tenham que passar pelo crivo dos deputados. No âmbito político, a principal recomendação não agrada a todos os deputados. Votar mais uma vez o projeto de iniciativa popular que proíbe a venda da Copel. Segundo o relator da CPI, deputado Ratinho Júnior (PPS), a assembléia deve essa garantia à população.
A votação do projeto aconteceu em agosto de 2001. Com maioria na Assembléia, o governo conseguiu derrubar a proposta e ficou autorizado a vender a Copel. A autorização vigora até hoje mas o Tribunal de Justiça determinou esse ano que o Legislativo volte a votar o assunto. Na compreensão do Tribunal a votação foi repleta de irregularidades. O presidente da AL, Hermas Brandão, já disse que não tem interesse em refazer a votação. A CPI da Copel foi dividida em quatro módulos: o primeiro sobre as parcerias da empresa. O caso mais relevante foi o da Usina Elétrica à gás de Araucária). O segundo foi a compra irregular de créditos de ICMS, como o caso Olvepar. o terceiro módulo tratou da relação entre Copel e Sercomtel. E o último investigou transações entre a companhia e suas subsidiárias.
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