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SAMSUNG INVESTE US$ 100 MILHÕES EM REORGANIZAÇÃO NO BRASIL

Valor Online

SÃO PAULO – A coreana Samsung Electronics vai investir US$ 100 milhões até o final de 2005 na reorganização fabril de suas operações brasileiras. A companhia, que espera faturar US$ 500 milhões no país este ano, vai ampliar a fábrica de Manaus com novas linhas de produtos e abrir uma nova fábrica, em Campinas (SP), para produzir celulares e equipamentos de infra-estrutura de telefonia móvel.

Como explicou há pouco Gisela Turqueti, diretora de marketing da Samsung do Brasil, “até agora a companhia tinha uma postura tímida, mas resolvemos tirar a cabeça fora d ? água”, afirmou, numa referência ao fato do país só ter, até o momento, quatro produtos da extensa linha da companhia coreana (monitores de computador, celulares, discos rígidos e TVs de plasma).

Por isso, a produção de celulares será tirada de Manaus e transferida para Campinas, em uma unidade que pertenceu à Lucent. A capacidade de produção de terminais móveis, hoje de 1,5 milhão em Manaus, será ampliada em 30%, para perto de 2 milhões de aparelhos, nas três tecnologias (CDMA, GSM e TDMA), além da inclusão dos equipamentos de infra-estrutura, como estações radiobase.

A geração de empregos em Campinas será de 300 postos, aliados a outros 200 em um centro de pesquisas em telecomunicações que a empresa pretende montar em 2004. Segundo a companhia, a expectativa é de que, até 2005, Campinas abrigue 1 mil empregados, entre a fábrica e o centro de pesquisas.

Em Manaus, a empresa vai manter os 300 empregos hoje existentes, mas a unidade vai passar a produzir TVs digitais – as TVs a plasma vendidas até agora eram importadas -, impressoras, e discos rígidos ópticos (ODDs, da sigla em inglês), além de manter as linhas de monitores de computador. “Em 2005, ampliaremos ainda mais o portfólio, com a introdução das linhas branca e de áudio”, explicou Gisela.

Segundo ela, após a reorganização fabril, Manaus vai concentrar as linhas de informática e eletrônicos de consumo, enquanto Campinas vai abrigar os negócios da empresa em telecomunicações.

Por 12:49 Notícias

SAMSUNG INVESTE US$ 100 MILHÕES EM REORGANIZAÇÃO NO BRASIL

Valor Online
SÃO PAULO – A coreana Samsung Electronics vai investir US$ 100 milhões até o final de 2005 na reorganização fabril de suas operações brasileiras. A companhia, que espera faturar US$ 500 milhões no país este ano, vai ampliar a fábrica de Manaus com novas linhas de produtos e abrir uma nova fábrica, em Campinas (SP), para produzir celulares e equipamentos de infra-estrutura de telefonia móvel.
Como explicou há pouco Gisela Turqueti, diretora de marketing da Samsung do Brasil, “até agora a companhia tinha uma postura tímida, mas resolvemos tirar a cabeça fora d ? água”, afirmou, numa referência ao fato do país só ter, até o momento, quatro produtos da extensa linha da companhia coreana (monitores de computador, celulares, discos rígidos e TVs de plasma).
Por isso, a produção de celulares será tirada de Manaus e transferida para Campinas, em uma unidade que pertenceu à Lucent. A capacidade de produção de terminais móveis, hoje de 1,5 milhão em Manaus, será ampliada em 30%, para perto de 2 milhões de aparelhos, nas três tecnologias (CDMA, GSM e TDMA), além da inclusão dos equipamentos de infra-estrutura, como estações radiobase.
A geração de empregos em Campinas será de 300 postos, aliados a outros 200 em um centro de pesquisas em telecomunicações que a empresa pretende montar em 2004. Segundo a companhia, a expectativa é de que, até 2005, Campinas abrigue 1 mil empregados, entre a fábrica e o centro de pesquisas.
Em Manaus, a empresa vai manter os 300 empregos hoje existentes, mas a unidade vai passar a produzir TVs digitais – as TVs a plasma vendidas até agora eram importadas -, impressoras, e discos rígidos ópticos (ODDs, da sigla em inglês), além de manter as linhas de monitores de computador. “Em 2005, ampliaremos ainda mais o portfólio, com a introdução das linhas branca e de áudio”, explicou Gisela.
Segundo ela, após a reorganização fabril, Manaus vai concentrar as linhas de informática e eletrônicos de consumo, enquanto Campinas vai abrigar os negócios da empresa em telecomunicações.

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